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Cidades para Pessoas


"Puxe o assunto “problemas da nossa cidade” em qualquer mesa de boteco e a abordagem, salvo raríssimas exceções, será sempre a mesma. Primeiro: o trânsito anda infernal (e a única solução possível é construir mais ruas) (disso deriva: só largaria meu carro se tivesse metrô para qualquer canto da cidade ou andar de bicicleta em cidades como São Paulo é para loucos). Segundo, em especial no verão: todo ano é a mesma coisa: chuvas torrenciais seguidas de alagamento e ainda mais trânsito (e a solução mais apontada é: mais piscinões).
O Cidades para Pessoas nasceu da necessidade de quebrar com esse olhar viciado.
Em primeiro lugar, as cidades são (ou deveriam ser) repletas de espaços públicos de convivência e trocas sociais, culturais e intelectuais. Mas com o passar dos anos a dinâmica de ocupação dos espaços públicos foi substituída por uma necessidade de se proteger deles. Ninguém mais se sente seguro andando fora do seu carro, usando transporte público ou morando no centro. E como os espaços públicos viraram espaços de passagem entre trabalho, casa, shopping, restaurante e cinema, perdeu-se o cuidado com eles. O que queremos deles é que sejam vias mais eficazes para continuarem a nos dar passagem. E nem paramos para pensar que os alagamentos não acontecem por falta de piscinões. Acontecem porque, ali debaixo, corre um rio que foi canalizado e não tem mais para onde encher quando chove demais. Então, claro, ele transborda e toma as ruas…
O objetivo desse projeto é tentar entender, não como resolver os problemas que já sabemos que estão presentes em toda grande cidade, mas como criar bons lugares para se viver. O projeto foi inspirado no urbanista dinamarquês Jan Gehl, que diz que sabemos tudo sobre o habitat ideal de todas as espécies de animais do mundo, menos o homo sapiens. Gehl dedicou sua carreira de planejador urbano a tentar criar esse tal habitat ideal. E o Cidades para Pessoas vai seguir sua trilha.
Durante um ano a jornalista Natália Garcia vai viajar por 12 cidades do mundo – e morar por um mês em cada uma delas – em busca de boas ideias que tenham melhorado esses centros urbanos para quem mora neles. Todas as cidades contempladas pelo projeto foram planejadas pelo urbanista Jan Gehl, tiveram sua consultoria ou são consideradas por ele um bom exemplo de planejamento para as pessoas.
Acompanhe o projeto e participe do debate sobre como podemos melhorar nossas cidades. Vamos construir juntos e colaborativamente o nosso habitat ideal."

Fonte e imagem:
http://cidadesparapessoas.com.br/o-projeto/

Horta vertical

Amigos,
Recebi muitos e-mails e comentários em todas as nossas redes (Blog, Twitter e Facebook) perguntando sobre como fazer a horta vertical de garrafas PET, da casa da Família Rodrigues, no Lar Doce Lar #48, em Itaim Paulista, SP.
Antes de dar dicas sobre como construir a sua, agradeço todas as mensagens sobre esta reforma para o Lar Doce Lar. Espero retribuir todo o carinho de vocês com mais um ROSENBAUM RESPONDE.

// ROSENBAUM RESPONDE: LDL #48 – Horta vertical
A garrafa PET é uma invenção que deu certo em termos econômicos, mas vem trazendo uma dor de cabeça quando pensamos na enorme degradação do Meio Ambiente causada por ela.
Buscar alternativas para sua reutilização tem sido um esforço da sociedade em diversos lugares do Brasil, como já constatei nas minhas andanças pelo país.
As garrafas plásticas podem ser reaproveitadas para cultivar vegetais de pequeno porte, temperos e ervas medicinais, presas em muros e paredes ou apoiadas em suportes de diferentes materiais. A idéia é aproveitar pequenos espaços e materiais de baixo custo para montar hortas em casas, apartamentos ou mesmo no local de trabalho. É uma forma popular de se apropriar de técnicas já existentes sustentáveis, viáveis e econômicas.

// MATERIAL
- Garrafa PET de 2 litros vazia e limpa;
- Tesoura
- Corda de varal, cordoalha, barbante ou arame
- Para os que optarem por cordoalhas ou arames, serão necessárias duas arruelas por garrafa PET
- Terra
- Muda de planta

// MODO DE FAZER
Corte a garrafa PET, como na foto abaixo.


Para fixar as garrafas, devemos fazer dois furos no fundo da garrafa e dois na parte superior da garrafa. Dá pra entender direitinho olhando bem a foto acima. Além dos furinhos para passar a corda, é necessário um pequeno furo no fundo da garrafa. A água usada para regar a muda precisa escoar.
Depois disso, passe a corda por um furo e puxe pelo outro.
Muitas pessoas nos perguntaram como fazer para as garrafas não “escorregarem” pela corda (ou barbante, ou cordoalha). Obrigado pela colaboração e participação. Pensando nisso, elaboramos dois desenhos, com duas sugestões.
- Para quem usar corda de varal ou barbante:

- Para quem usar cordoalha ou arame:

Depois, basta esticar e fixar a corda na parede.

Esse modo de fazer pode ser melhorado, ok? É apenas um resumão! Fiquem a vontade para fazer qualquer alteração.
Obrigada, abraços e bom fim de semana a todos!
Marcelo Rosenbaum."


Fonte e imagens:

Fixing the Great Mistake: Autocentric Development


""Fixing the Great Mistake" is a new Streetfilms series that examines what went wrong in the early part of the 20th Century, when our cities began catering to the automobile, and how those decisions continue to affect our lives today.
FTGMlogo4webIn this episode, Transportation Alternatives director Paul Steely White shows how planning for cars drastically altered Park Avenue. Watch and see what Park Avenue used to look like, how we ceded it to the automobile, and what we need to do to reclaim the street as a space where people take precedence over traffic."

Fonte:
http://www.streetfilms.org/fixing-the-great-mistake-autocentric-development/#more-27221