Petição: Não à Trafaria sem barcos

"Tendo chegado ao nosso conhecimento, através da comunicação social, a intenção da empresa Transtejo (TT) vir – no âmbito de uma contenção de custos - a abolir a ligação fluvial para a Trafaria, não obstante o crescimento notório do número de passageiros, as recentes melhorias nas instalações daquela estação fluvial e a melhoria das condições gerais de acesso àquela localidade, os abaixo assinados vêm apelar à administração da TT para que o não faça, pois ao fazê-lo prejudicam gravemente as populações da margem sul do Tejo (quer as que aí vivem quer as que aí trabalham)."

Petição:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N4808
Imagem:
http://desfazer-nos-criar-lacos.blogspot.com/2011/02/trafaria-nao-desiste-de-ter-ligacao.html

Dia da Biodiversidade, Conferência

Sexta, 20 Mai 2011
09:00
Aud. 2
Entrada livre

O ano de 2010 foi assinalado pelas Nações Unidas como o Ano Internacional da Biodiversidade.

Para melhor compreender o que mudou em 2010 e reflectir sobre as mudanças necessárias no futuro, o Instituto Gulbenkian de Ciência e a Embaixada de França em Portugal organizam uma conferência onde são debatidas algumas das questões mais importantes ligadas à biodiversidade, como a perda de espécies e a destruição dos ecossistemas naturais.

A conferência tem entrada livre, mas necessita de pré-inscrição:
Formulário de inscrição

PROGRAMA
08:30Recepção
09:00Sessão de Abertura
A. Coutinho/ JP. Courtiat/ L. Chikhi
09:30Nuno FERRANDBiodiversidade, desenvolvimento e sustentabilidade do planeta
11:00Jerome CHAVEBiodiversidade e Impacto das Alterações Climáticas
14:00Maria de Lurdes de CARVALHOConservação da Biodiversidade [antes e] depois de 2010
15:00Anne Caroline PREVOT-JULLIARDDevemos inventar um novo contrato ciência-sociedade para uma preservação sustentável da biodiversidade?
16:30Jean-François SILVAINA Biodiversidade em 2010: uma viragem importante – Reflexões sobre as escolhas estratégicas e científicas para o futuro
17:30Questões


Para mais informações:
Isa Pais (biodiv@igc.gulbenkian.pt)


INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa
Telf: +351214407900
biodiv@igc.gulbenkian.pt


Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718
Comboio: Entrecampos

Fonte:
http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=3127&cal=eventos&langId=1&cal=eventos

Recomendações Ambientais – sugestões que favorecem o ambiente e a sua carteira

"Com um pouco de motivação e de atenção não é difícil tornar o nosso dia-a-dia ambientalmente mais são e, simultaneamente, economicamente mais favorável. Listamos aqui um conjunto de recomendações ambientais que nos poderão ajudar no nosso quotidiano.

Há que reconhecer que o dia-a-dia da maioria de nós pode ser ambientalmente bem mais favorável do que é hoje mas, vendo bem, bastam muitas vezes pequenas alterações dos nossos hábitos diários nas direcções certas para que se consigam ganhos ambientais significativos quando somados.

Por outro lado, é interessante notar que a maioria destas afinações ambientais traduz-se igualmente por poupanças no nosso orçamento, o que lhes confere um interesse adicional não negligenciável!

Como contributo para um quotidiano ambientalmente mais são e economicamente menos pesado, listamos de seguida um conjunto de recomendações ambientais que podemos implementar em diferentes circunstâncias.

Em Casa
  • Por dia gastam-se muitos litros de água; 10 litros numa descarga de autoclismo, 80 litros num banho rápido, 100 litros numa lavagem de roupa na máquina e 50 litros numa lavagem de louça na máquina. O esforço para poupar água é uma obrigação.
  • De cada vez que utiliza o autoclismo deita muita água fora, desnecessariamente. Tente regulá-lo de forma a poupar água. Se não consegue baixar a boia, pode pôr um objecto que não flutue no depósito e os gastos de água serão reduzidos.
  • Como descobrir se o seu autoclismo perde água? Ponha umas gotas de corante no depósito e se vir água corada na sanita, sem ninguém ter puxado o autoclismo, é porque existe uma fuga.
  • O caudal de uma torneira é de 11 a 19 litros de água por minuto. Instale um compressor redutor de caudal e poderá reduzir o consumo em 50%.
  • Não deixe correr a água enquanto lava os dentes ou faz a barba, pois abrir e fechar a torneira várias vezes é melhor do que deixar a correr água sem necessidade.
  • Quando se está a lavar feche a torneira enquanto se ensaboa. Poupará muita água.
  • Prefira o duche ao banho de imersão.
  • Uma torneira a pingar durante 24 horas, de 5 em 5 segundos, perde 3 litros de água, o que corresponde a mais de 1000 litros de água por ano. Verifique as torneiras e repare as fugas de água.
  • Só utilize a máquina de lavar louça ou roupa quando estiverem cheias ou se possuírem programas de meia-carga.
  • Para poupar água, não lave a loiça com água corrente, encha o lava-loiça.
  • Proceda à rega das suas plantas de manhã cedo ou ao cair da noite. Nessa altura, a evaporação de água causada pelo Sol é menor, pelo que poupará este recurso.
  • Quando ferver água utilize preferencialmente uma chaleira ou ponha a tampa se utilizar uma panela, para que não gaste energia
  • desnecessariamente.
  • Quando estiver a aquecer um qualquer alimento, coloque a tampa para poupar energia.
  • Sempre que for o último a sair de um compartimento da casa apague a luz. Instale detectores de presença que desligam as luzes quando uma sala está desocupada.
  • Tente isolar as frestas das janelas e portas para evitar perdas de energia em casa; feche as cortinas para evitar as trocas de energia.
  • Sempre que abrir o frigorífico retire tudo o que precisa de uma só vez e rapidamente.
  • Mantenha a temperatura do frigorífico acima dos 5-6oC. Temperaturas inferiores são inúteis e aumentam o consumo de energia em 7-8%.
  • Apalpe a comida que está no frigorífico, se estiver gelada, o botão está regulado para temperaturas demasiado baixas. Para poupar energia, aumente ligeiramente a sua temperatura.
  • Tente manter as lâmpadas e os globos ou protectores de lâmpadas bem limpos para que a energia gasta seja aproveitada na totalidade. As lâmpadas limpas gastam menos energia.
  • Substitua lâmpadas normais, por lâmpadas fluorescentes de baixo consumo. Para além de obter maior luminosidade, poupa energia.
  • Tente manter as luzes de que não necessita apagadas. Para ler procure um local perto de uma janela ou com boa luz do dia e atrase ou evite a luz artificial.
  • Ao passar a ferro, desligue-o um pouco antes de acabar. Ele manter-se-á quente durante o tempo necessário para acabar a sua tarefa.
  • Faça uma reunião familiar para elaborar uma lista de todas as pequenas acções que podem facilmente ser feitas para poupar energia. Estabeleça um plano de poupança e vai ver que as suas contas de electricidade vão diminuir.
  • Prefira as máquinas de calcular (e outros aparelhos) que funcionam com luz solar.
  • Dê preferência à aquisição de pilhas recarregáveis. Necessitará também de um carregador de pilhas que ficará pago em poucas pilhas.
  • Não utilize detergentes com fosfatos.
  • Utilize aparelhos que não utilizem clorofluorcarbonetos (CFCs).
  • Por ano são usados milhares de metros de toalhas de papel. Tente utilizar toalhas de pano em vez de papel.
  • Guarde os sacos de plástico para voltar a utilizá-los. Se necessário, vire-os ao contrário, lave-os e ponha-os a secar.
  • Guarde roupa velha ou trapos para poder usar em alturas em que necessita limpar algo como tintas quando está a pintar.
  • Observe os livros, brinquedos ou roupas que já não usa. Conforme o caso pode dar os que já não quiser a hospitais, organizações de beneficência ou outras instituições.
  • Os aros de plástico que mantêm juntas as latas de refrigerantes podem matar alguns animais que introduzem neles o bico ou o pescoço, impedindo-os de se alimentarem ou respirarem. Quando deitar fora estes aros corte-os.
  • Os pesticidas devem ser guardados em local fechado e isolado. Muitos envenenamentos em zonas rurais são provocados por pesticidas.
  • Segundo a NASA, as plantas de interior são importantes auxiliares da luta contra a poluição em recintos fechados.
  • Deixe sempre os produtos perigosos nas embalagens de origem para evitar que alguém os confunda com outros.
  • Desligue o monitor se o computador estiver inactivo durante mais de 15 minutos.
  • Se viver numa zona quente, escolha uma cor clara para as paredes exteriores da sua casa, caso contrário, é mais eficiente utilizar tons mais escuros.
  • Utilize cores claras no interior da sua casa para que a luz natural e artificial seja mais facilmente reflectida.
  • Prefira tintas de água às de base solvente.
  • Substitua o ambientador por uma solução de ervas aromáticas com sumo de limão.
  • Antes de lavar a loiça mais suja, limpe-a com papel e, se necessário, deixe-a "de molho".
  • Evite o uso de papéis decorados, engessados ou perfumados, pois possuem produtos que dificultam a reciclagem.
  • Evite o uso de papel de alumínio na cozinha.
  • Regue as plantas da casa com a água recuperada da chuva ou com a que sobra na panela depois de alguém ferver ou aquecer vegetais. Esta será mais rica em nutrientes, embora seja necessário deixá-la arrefecer antes da rega.
  • Faça o seu próprio estrume com resíduos de jardim (aparas de relva, folhas) e, se necessário, enriqueça-o com matéria orgânica. Informe-se sobre as técnicas da compostagem.
  • Adopte uma alimentação mais rica em alimentos de níveis mais baixos da cadeia alimentar - hortaliças, cereais, legumes e consuma menos carne vermelha. Estará assim a reduzir o uso de recursos naturais na produção alimentar.
  • Evite aquecedores com a resistência eléctrica à vista, pois o seu consumo é muito elevado e secam demasiado o ar.
  • Mantenha os bicos de gás, as placas e o forno limpos, para manter o rendimento.
  • Feche sempre bem a porta do frigorífico. Se ficar aberta haverá um maior dispêndio de energia para manter a temperatura e os alimentos poderão estragar-se.
  • Na compra de um frigorífico, prefira um com descongelamento manual, em detrimento de um com descongelação automática, porque o primeiro gasta menos energia.
  • Se vai construir a sua casa, adopte uma forma rectangular, pois as formas em L, T ou U aumentam o número de paredes exteriores, que ficam expostas ao frio do inverno.
  • Proteja as portas de entrada em casa com portas interiores, formando halls de entrada que dificultam a entrada do frio ou do calor na casa.
  • Posicione a chaminé da sua lareira numa parede interior, de modo a que o calor gerado não se perca e seja conservado no interior da casa.
  • No jardim da sua habitação coloque arbustos e vedações nos lados mais ventosos, para cortar o ar frio, tornando o aquecimento mais eficiente durante o Inverno.
  • Posicione as árvores do jardim a sul e oeste da sua casa, para permitir uma sombra refrescante no Verão durante a parte mais quente do dia.
Na Rua
  • Nunca deite lixo para o chão. Se for para o campo, praia ou andar de barco leve um recipiente para guardar o lixo. Se puder, apanhe algum lixo que esteja já nos diferentes locais quando aí chegou.
  • A água é indispensável à existência da vida animal e vegetal. Deve-se evitar poluir a água, talvez começando por não deitar lixo para os rios, lagos e mares.
  • As embalagens de plástico e outro lixo que se deita ao mar matam, por ano, milhares de animais marinhos. Por vezes estes ingerem-nos pensando que é comida. Não deixe lixo na praia.
  • Não abandone linhas de pesca, sacos plásticos e garrafas de vidro, pois poderão causar ferimentos a animais.
  • Quando circular em qualquer meio de transporte, não deite qualquer tipo de lixo pela janela, mesmo que seja só um papelito. Muito menos despeje lixo fora dos contentores ou nas bermas das estradas.
  • Quando despejar lixo em caixotes ou contentores, prefira utilizar recipientes com tampa, para reduzir as hipóteses do lixo ser derramado e espalhado. O lixo espalhado atrai ratos, baratas e moscas, que podem funcionar como vectores de diversas doenças, para além de poluir visualmente.
  • Em dias em que não é efectuada a recolha de lixo, evite colocar o seu nos contentores, para que estes não transbordem e o lixo se espalhe.
  • O fundo de uma garrafa pode provocar um incêndio por fazer convergir os raios solares quando nele incidem. Não se devem abandonar garrafas no campo ou nas bermas das estradas.
  • Quando for às compras prefira sacos de papel ou lojas que os forneçam. No entanto o melhor será levar de casa um saco que lhe tenham dado noutra altura, pois a produção de sacos de papel é, também, causadora de perturbações ambientais.
  • Ao fazer compras, escolha produtos com embalagens de papel reciclado.
  • Prefira produtos verdes. O rótulo ecológico europeu é a garantia de que o produto causa poucos danos ambientais durante o seu ciclo de vida.
  • Muitas embalagens utilizadas nos supermercados e nas hamburguerias são feitas de poliestireno, um derivado do petróleo. Este material não pode ser reciclado e, quando queimado, liberta substâncias que destroem a camada de ozono. Evite-as.
  • Evite comer fast food, pois a maior parte das empresas são responsáveis pela produção de enormes quantidades de resíduos. Ao evitar este tipo de alimentos estará a contribuir para a redução do volume de resíduos.
  • Prefira alimentos biológicos, pois na sua produção são utilizados menos produtos químicos. Para a além de serem mais saudáveis, são menos ofensivos para o ambiente.
  • Prefira as embalagens de cartão às de plástico, por exemplo quando for comprar ovos.
  • Prefira os produtos com embalagens de tamanho familiar. As embalagens são responsáveis por cerca de metade do volume de lixo
  • doméstico.
  • Dê preferência à utilização de refrigerantes em garrafas recicláveis.
  • Quando encontrar aros de plástico na praia corte-os ou, pelo menos ponha-os no lixo para não serem arrastados para o mar. Podem matar alguns animais marinhos.
  • Não liberte balões para o ar. Quando os comprar mantenha-os presos para não fugirem, porque podem ir parar ao mar e se algum animal pensa que é comida e os ingere pode morrer.
  • Quando passear numa floresta tenha muito cuidado com o que possa provocar um incêndio.
  • Os pesticidas e os fertilizantes químicos devem ser aplicados com muito cuidado e com as doses absolutamente necessárias para evitar a poluição do ambiente.
  • Quando levar o seu cão à rua remova as fezes, porque elas são geralmente portadoras de bactérias, vírus ou parasitas que podem
  • contaminar as águas ou provocar doenças. Lembre-se que uma criança pode involuntariamente cair em cima de uma delas.
  • Quando comprar um jogo ou brinquedo verifique se é bem feito, de forma a durar bastante tempo, para que seja bem aproveitado. Lembre-se que um brinquedo só dura se colaborar e não o estragar.
  • Prefira as impressoras a jacto de tinta em relação às de laser, pois as primeiras usam menos 99% de energia durante a impressão.
  • Quando comprar um aparelho electrodoméstico, escolha o que gastar menos energia.
  • Se for possível, opte por um computador portátil. Este consome 1% da energia de um computador de secretária
  • Ao comprar presentes ou objectos decorativos, certifique-se de que não são feitos de materiais extraídos de animais ou plantas em vias de extinção.
  • Não compre produtos não certificados feitos com madeira proveniente das florestas tropicais - pau-rosa, mogno, teca, ébano.
  • Não compre conchas nem corais, pois, ao fazê-lo, está a contribuir para a destruição dos recifes.
  • As folhas, os ramos, as ervas, o estrume e alguns lixos orgânicos podem ser aproveitados para fazer fertilizantes orgânicos, que ajudam a preservar o solo.
  • Quando for dispensável não utilize o carro para se deslocar, prefira os transportes públicos.
  • Mantenha o carro afinado de forma a poupar combustível.
  • O líquido anticongelante usado no sistema de refrigeração dos automóveis é tóxico. Não deixe, por isso, pingos de anticongelante no chão.
  • Andar de bicicleta em vez de conduzir um automóvel poupa energia, reduz a poluição e contribui para o seu exercício físico.
  • Na praia, não colha nem pise as plantas que crescem nas dunas. O solo desnudado facilita a erosão, e o ataque de agentes atmosféricos, físicos ou químicos.
  • Ao visitar uma área protegida, não colha flores, não corte ramos nem faça inscrições nas árvores.
  • Quando for caçar, respeite os regulamentos cinegéticos.
  • Poupe combustível evitando a condução nervosa e as acelerações bruscas.
  • Partilhe a utilização do seu automóvel.
  • Mantenha os pneus com a pressão correcta, evitando o seu desgaste prematuro e um maior consumo de combustível.


Para Reciclar
  • Os jornais, as revistas, os cadernos usados, as pilhas, os plásticos, as latas de refrigerantes e das conservas, o ferro, o vidro e outros materiais podem ser reciclados e deverão ser colocados nos ecopontos de forma separada para poderem ser recolhidos selectivamente.
  • Antes de colocar o papel nos locais onde pode ser reciclado, verifique se está escrito dos dois lados, aproveite as folhas escrita só de um lado para os rascunhos e para o seu trabalho diário.
  • Arranje um local de sua casa para guardar os jornais velhos e leve-os periodicamente a um centro de recolha de papel.
  • As pilhas que já não servem devem ser colocados nos recipientes próprios, de onde são levadas para reciclar.
  • Não deite garrafas ou outros utensílios de vidro para o lixo. Junte-os e coloque-os nos locais a partir dos quais são recolhidos para poderem ser reciclados.
  • Os funcionários de qualquer escritório deitam para o lixo, anualmente, cerca de 500 kg de material reciclável de primeira qualidade. No seu escritório proponha separar o papel que pode ser reciclado e ofereça-se para periodicamente ir ao papelão colocar o papel acumulado.
  • A energia que se poupa ao reciclar uma lata de refresco pode fazer funcionar um televisor durante três horas. Quando utilizar uma lata, lave-a e ponha-a num sítio onde possa ser reciclada.
  • A energia economizada com a reciclagem de uma única garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 w durante quatro horas.
  • Tente utilizar baterias que possam ser recarregadas. Cada bateria contém componentes poluentes, que degradam a área onde são
  • despejadas. Caso não sejam recarregáveis, envie-as para as empresas fabricantes, o que poderá encorajá-las a reciclar.
  • Cada tonelada de aço reciclado representa uma economia de 1140 kg de minério de ferro, 454 kg de carvão e 18 kg de cal.
  • A produção de alumínio a partir de ferro-velho despende menos 95% de energia do que a partir do minério. Promova a reciclagem deste material.
  • Não queime o seu lixo. A queima dos produtos produz gases tóxicos, que contaminam o meio ambiente. Em vez disso faça a separação do lixo e coloque-o nos locais próprios.
  • Em vez de queimar as folhas e os restos dos legumes, proceda à sua compostagem.
  • Ao aproveitar as folhas das árvores, a relva e outros detritos orgânicos para fazer adubo não está só a reciclar, está também a diminuir o consumo de adubos químicos.
  • Comprima as latas, as embalagens em cartão e todos os recipientes volumosos, de modo a reduzir o volume de lixos.
  • Ao mudar o óleo do carro, assegure-se de que este não vai para o esgoto ou para o solo. Entregue-o numa oficina que lhe dê um destino adequado.
  • Faça as emendas aos seus textos directamente no ecrã do computador, para evitar impressões desnecessárias e o gasto de papel em rascunhos.
  • No emprego, em vez de usar copos de papel, utilize a sua própria chávena.
  • Use recipientes que possam ser reutilizados para guardar alimentos no frigorífico, em vez de os embrulhar em película aderente ou papel de alumínio.
  • As embalagens sujas de líquidos e alimentos devem ser previamente lavadas e secas antes de seguirem para os ecopontos.
  • Deixe os medicamentos fora de prazo no farmacêutico e entregue restos de medicamentos ainda com eventual utilização nos Centros de Saúde."
Fonte e imagens:
http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=6&cid=33406&bl=1&viewall=true#Go_1
http://cantomagia.blogspot.com/2009/11/reciclagem-dicas-2.html

How to Turn a Pallet into a Garden


"Good news and bad news. I had planned to film a short video showing you how to make a pallet garden, but the weather didn’t cooperate. I was stapling the landscape fabric onto the pallet when it started drizzling and got really windy. That’s the bad news. But I know I promised a tutorial today, so I took photos and have kept my word to share how to make the pallet garden. I tried to be as detailed as possible. That’s the good news. :-)
So keep reading my pallet loving friends, instructions on how to make your own pallet garden are just a few lines away…

Find a Pallet

The first thing you need to do is–obviously–find a pallet. I’ve had good luck finding them in dumpsters behind supermarkets. No need to be squeamish. It doesn’t smell. At least, it doesn’t smell that bad. ;-)  Don’t just take the first pallet you find. You’re looking for one with all the boards in good condition, no nails sticking out, no rotting, etc. If you intend to put edibles in your pallet, be sure to find one that was heat treated as opposed to fumigated with pesticides.

Collect Your Supplies

For this project, you’ll need the pallet you found, 2 large bags of potting soil, 16 six packs of annual flowers (one six pack per opening on the face of the pallet, and two six packs per opening on the top of the completed pallet garden), a small roll of landscape fabric, a staple gun, staples, and sand paper.

Get Your Pallet into Shape

Once you’ve dragged your pallet home, give it a once over. Are any of the boards a little loose? Is the wood chipping in places? Nail down any loose boards, and use sand paper to smooth down any rough spots.

Let the Stapling Begin!

Decide which side of the pallet will be the bottom when the pallet garden is completed and leaning against the wall. You are going to be covering the bottom, back, and sides with landscape fabric, leaving  the spaces between the slats and the top uncovered (you’ll be planting flowers in the uncovered spaces).
Lay the pallet face down. Roll the landscape fabric over the back. Cut two identically sized pieces that are long enough to go from the top edge of the back of the pallet and wrap all the way around the bottom, plus a few extra inches.
Hold the two pieces of landscape fabric together as if they were one piece of fabric. Fold over the top edge by one inch and center it on the top board of the back of the pallet. Staple the fabric into place near the top edge of the top board. Smooth the fabric out to the left and right and pull it taut. Staple the fabric down on the top, right edge of the top board. Repeat on the left side. Fill in between those three staples with one staple every two inches along the top edge of the top board.
When the top of the landscape fabric is securely attached to the top, back board, smooth the fabric down, and repeat the process along the bottom edge of the bottom board, except don’t fold the fabric under, leave a long flap on the bottom.
Pulling the fabric tautly along the bottom, fold the cut edge under, and staple the fabric down along the front edge of the bottom. Smooth the fabric out to the left and right and staple every two inches along the front edge of the bottom.
Now for the sides. Start near the bottom and fold the excess fabric inwards as if you were wrapping a present. Fold the cut edge of the fabric under and staple it down near the front, bottom edge of the side facade. Smooth the fabric out and place a staple every two inches along the front edge of the side of the pallet. The fabric should be taut but not in danger of tearing. Repeat on the other side of the pallet.
You should now have a pallet with landscape fabric wrapped around the sides, back, and bottom. Place more staples along the spine of the back side of the pallet, and anywhere else you think the fabric needs to be held down so that soil can’t creep into places you don’t want it to go.

Now for the Fun Part–Planting!

Bring the pallet close to wherever it’s final spot will be and lay it down face up. You’re going to plant it while it’s laying flat on the ground.
First slide the plants into what will be the top. Plant everything very tightly, you should have to practically shoe horn the last plant into place. Now that you have capped the top, pour the entire first bag of potting soil on top of the pallet. Push the soil into the pallet between the slats and smooth it out so that the soil is level. Repeat with the second bag of potting soil.
Push potting soil into the bottom cavity, so that there is a trench directly below one of the bottom openings. Plant six plants in the trench, so that they are very tightly fitted into the opening. Repeat with the other bottom opening. Now push the potting soil up against those flowers you just planted, making a trench beneath one of the openings in the second row. Plant your flowers tightly in that opening. Repeat for all the remaining openings.
When you’re done planting, you should have plants that are completely covering every opening (i.e. there shouldn’t be any place for soil to fall out). There should also be soil firmly pushed into every part of the pallet where there aren’t plants.

Caring For your Pallet

Now, I’m going to tell you what you should do, and I what I always end up doing (which is what you should not do). You should leave the pallet flat on the ground for a couple of weeks (watering when needed), so that the roots can start to grow in and hold all the plants in place. I can never wait though, so I always tip the pallet upright a few days after planting. Some soil does fall out, but it seems to be okay. But I think it would be better if you left it to settle and only tipped it upright after a few weeks. Do as I say, not as I do.
Water your pallet regularly, they dry out quickly. Pay special attention to the bottom two openings, they seem to be the driest. Fertilize with water soluble fertilizer added to your watering can (follow package instructions for amount and frequency)."

Fonte e imagens:
http://lifeonthebalcony.com/how-to-turn-a-pallet-into-a-garden/

Reciclagem na Horta


Caixa de Take-away
"Muitas pessoas não fazem ideia de quanto poderão gastar na construção de uma horta na varanda ou terraço.

Mesmo que esta actividade envolvesse custos mais significativos, valeria sempre a pena pela experiência em si, pela terapia anti-stress que nos proporciona, pela vertente pedagógica quando é solicitada a participação das crianças, e pelo facto de nos permitir o consumo de legumes isentos de tóxicos.

Se reciclarmos objectos de uso diário na horta, não só estamos a ter uma atitude ecológica de reutilização, como conseguiremos fazer uma horta com custos irrisórios.

Para começar, os custos inevitáveis são

o da aquisição de terra (para quem não tem terreno ou canteiros), sendo que o preço médio de um saco com 50 litros de terra está entre os 3,5€ e os 6€, e os da aquisição de sementes – cada pacote custa entre 0,70€ e 2€.
 



Tudo o resto poderá resultar do reaproveitamento de coisas que, normalmente seguiriam para o contentor do lixo ou da reciclagem.





Exemplos:

Para iniciarmos a nossa horta, e começando pela sementeira, em vez dos tradicionais tabuleiros de germinação, porque não utilizar copos de iogurte, embalagens de margarina, caixas de take-away, e garrafas de plástico?
Basta ter o cuidado de perfurar os recipientes na base, de modo a permitir o bom escoamento do excesso de água.

 
Copo biodegradável

Existem copinhos biodegradáveis para sementeira, à venda nas casas da especialidade, cuja vantagem é o facto de não termos de retirar a plantinha do seu interior para a colocarmos no local definitivo, enterrando o copo, que se irá degradar deixando de obstruir o desenvolvimento das raízes. Para os substituirmos, podemos utilizar os rolos de papel higiénico, da seguinte forma:





         
Rolo de papel higiénico




 
Embalagem de leite recortada e perfurada"


Fonte e imagens:
http://cidadedashortas.blogspot.com/2011/05/reciclagem-na-horta-i.html?spref=fb

Dois Graus: Conferência e Seminários


6 Maio
Conferência

Dirigido ao público em geral
Sala Principal
Entrada livre | Em inglês sem legendagem


7 Maio
Seminários

Dirigido a artistas, estudantes e profissionais das artes do espectáculo
Entrada livre. Inscrição obrigatória até 4 de Maio, através de
anagomes@egeac.pt
Máximo 20 participantes por seminário. Seminários decorrem em simultâneo. | Em inglês sem legendagem


ENTRADA LIVRE
O Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas advoga um limite máximo de 2ºC para o aumento da temperatura média global, argumentando que, caso se ultrapasse esse valor, as consequências para a vida na Terra serão irreversíveis. Apesar disso, as conferências sobre mudanças climáticas em Copenhaga e Cancun não conseguiram assegurar um acordo viável… Se as emissões continuarem a crescer ao ritmo actual, todas as previsões científicas prevêem um aumento da temperatura média global que pode chegar aos 4ºC até ao final do século.
O aumento da temperatura não é apenas um problema global, mas também transversal. A emissão de gases de estufa está ligada a todos os sectores da actividade humana e uma redução significativa das emissões só pode ser alcançada através do esforço de todos. Qual é o papel do sector cultural neste contexto? A arte tem a capacidade de informar o público? Tem o dever de incitar as pessoas a reduzir a sua pegada ecológica? Os próprios artistas e agentes culturais podem desenvolver métodos ecológicos para produzir, apresentar e distribuir obras artísticas?

6 Maio
10h00 > 10h30 
Introdução
Mark Deputter, Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa
Delgado Domingos, Lisboa E-Nova, Agência Municipal de Energia-Ambiente de Lisboa
10h30 > 13h00
As alterações climáticas, a ecologia e o desenvolvimento sustentável: onde estamos e o que podemos fazer?

A transição para uma sociedade sustentável: uma abordagem sistémicaPeter Tom Jones University of Leuven, BelgiumRespeitar os limites ecológicos do ecossistema terrestre é condição base não negociável para o nosso desenvolvimento socio-económico. O diagrama de Rockström demonstra que já ultrapassámos a margem operacional de segurança para algumas questões ambientais globais, incluindo as alterações climáticas. De forma a regressar a uma sustentabilidade ecológica, o uso de recursos naturais pelos países desenvolvidos tem de ser reduzido em 90%. É essencial uma transição para a sustentabilidade.

Rumo às Emissões Carbono ZeroJo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UKO relatório zerocarbonbritain2030 é uma visão positiva e realista para uma sociedade livre de combustíveis fósseis. Apresenta soluções políticas, económicas e tecnológicas para os desafios urgentes apontados pela ciência climática e explora sinergias entre vários sectores com o objectivo de criar soluções integradas. Explicita como se pode reduzir o uso de energia na construção, nos transportes, na ordenação do território e no comportamento humano e propõe avanços concretos na aplicação das energias renováveis.  
Debate aberto ao púbico

14h30 > 16h00
Arte, Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável

A Transição do Sector das Artes para o Desenvolvimento SustentávelHelen Heathfield Julie’s Bicycle, UKUsando como referência os múltiplos exemplos no Reino Unido de organizações artísticas, redes e parcerias que estão a reduzir o seu impacto ambiental, iremos partilhar os sucessos conquistados e as lições aprendidas referentes a teatros e salas de concertos, digressões, festivais, editoras, artes visuais e dança. Uma visão para um futuro mais sustentável e uma forma de inspirar organizações a atingi-lo.

Trabalhar as Alterações Climáticas com Artistas: Produzir, Apresentar e DistribuirJudith Knight Artsadmin, UKComo deve o sector das Artes responder às alterações climáticas? Devemos encomendar trabalhos que chamem a atenção para esta problemática? Devemos continuar a promover digressões internacionais? Nesta conferência, Judith Knight fala sobre os compromissos da Artsadmin face às alterações climáticas: o trabalho no contexto da rede Imagine 2020, a curadoria de arte e os esforços para tornar as digressões mais ecológicas.
Debate aberto ao púbico

16h30 / 18h00
Práticas de Desenvolvimento Sustentável nas Artes

Vale a Pena a Festa? — A Experiência de Sustentabilidade do Boom Festival André Soares Boom Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, BrasilDesde 2006 que André Soares e o Boom Festival embarcaram na viagem de criar um grande festival sustentável, procurando responder ao desafio com práticas ecológicas e novas tecnologias. Actualmente o festival é tido como um caso de sucesso, tendo recebido várias distinções e prémios, incluindo os prémios europeus Green Festival e Green and Clean Festival.

Design para Melhorar a Vida: os INDEX: AwardsAdam von Haffner Paulsen INDEX Awards, DenmarkINDEX: é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2002 e internacionalmente reconhecida pelo seu prémio bienal de design, no valor de 500 000€. INDEX: promove o sonho de um mundo concebido para satisfazer as necessidades e aspirações da humanidade e nove anos de experiência mostram que o design pode ser um factor decisivo na construção de um mundo melhor.
Debate aberto ao púbico


7 Maio
Seminários
10h00 > 13h00
Como Gerir um Teatro SustentávelHelen Heathfield Julie’s Bicycle, UKVários teatros no Reino Unido estão a diminuir o seu impacto ambiental. Helen Heathfield expõe casos concretos como o do Arcola Theatre, do National Theatre, do Sage Gateshead e da Wembley Arena. Este seminário procura apresentar propostas concretas, das questões técnicas a medidas de gestão de uma equipa ecológica, passando pela comunicação com artistas e ao público.

Produzir Espectáculos de forma mais EcológicaJohan Penson ROSAS/BASTT, BelgiumO que podem as artes performativas fazer relativamente às alterações climáticas? Como podemos viver de consciência tranquila e desenvolver produções artísticas tendo conhecimento da pegada ecológica que provocamos? Esta intervenção pretende ser um guia prático para a gestão sustentável de processos criativos e apresentar um exemplo de um espectáculo com baixo nível de consumo energético.

Educação para o Desenvolvimento Sustentável e para a Cidadania MundialJo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UKNeste seminário, professores e educadores adquirem conhecimentos sobre a sustentabilidade e a sua aplicação num contexto educativo. Os participantes encontrarão inspiração e novas ideias para trabalhar estes temas globais com crianças, estudantes e adultos. As alterações climáticas, o desenvolvimento sustentável e a biodiversidade são abordados através de temas concretos como a comida, a casa e a energia.  

15h00 > 18h00
Festivais SustentáveisAndré Soares BOOM Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, BrasilOs eventos culturais são janelas de oportunidade para demonstrar a viabilidade de estilos de vida sustentáveis. A sustentabilidade requer um planeamento estratégico e operacional que respeita as limitações da água, da energia, das matérias-primas, do tempo e das pessoas. Neste seminário, usamos a Permacultura como uma ferramenta para discutir estratégias para um evento sustentável.
Trabalhar com os Artistas, Públicos e DecisoresJudith Knight Artsadmin, UKAo tomar a decisão de tornar as artes “mais amigas do ambiente”, por onde começar? Junto dos artistas, dos públicos, dos financiadores, dos espaços? Como é que uns podem influenciar os outros? Como unir todos estes pontos?
Digressões Sustentáveis de Espectáculos e Concertos Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UKHelen Heathfield apresenta uma pesquisa recente sobre digressões de peças de teatro, orquestras e bandas e sobre a forma como as organizações têm posto em prática as recomendações da agência Julie’s Bicycle. A Industry Green Tool for Touring pode ajudar no planeamento e avaliação das digressões: a escolha de fornecedores, as opções de cenografia, os percursos da digressão, a colaboração das equipas e dos artistas e a partilha os resultados com o público.
Fonte e imagem:
http://www.teatromariamatos.pt/pt/prog/conversas/2010-2011/doisgraus

Work Smarter Not Harder: Gardening and Composting for a Busy Life

PSWaterspirit for Living Simply

"In these times of tight budgets and rising food costs backyard gardens have become a great way to help make ends meet and provide better food. Vegetables from our own gardens are more likely to get used soon after harvest meaning they will be fresher and have more nutrition than those that have been trucked in from elsewhere. But, the time it takes to have a successful garden can often feel overwhelming with our busy lives. Luckily we live in times we have a great deal of information available to us that can save us time, labor and money. Here are some I have successfully used for several years.
The beauty of these techniques is they do in fact save a lot of time and labor making it easier and  leaving me time to do other things including enjoying life.  It has also made my garden very productive and my food bill much smaller. Here in the northwest, where it doesn't get terribly cold, I produce about 80% of my vegetables year round in the sunny south facing side yard of my city lot.
So if you also belong to the work smarter not harder school of life read on and please, if you have any other ideas share them.  I am always looking for new stuff to try.

If You Sink It They Will Come: Worms with out hassle
A professor from Washington State University once told me that earth worms are one big nose. If you put food they like where they can get at it they will crawl for great distances to get there and they will tell all their friends.
A few years back I took a certificate class and became a master composter / recycler. One of the things we learned was how to build a worm bin, carefully bed it and feed the worms by burying bits of vegetable scraps here and there. I really liked the idea. But I know myself, I would get busy and forget, my worms would starve and I would feel bad. I needed an easier way.
I also didn't like the idea that the red worms they use for indoor composting are not native to this area. I did not want to accidentally introduce them into my soil where the may compete with our own native giant angle worm. Almost every place has a native earth worm whose job in nature is to break down old vegetation into nutrient rich soil.
When I was farming 80 acres with a 2 acres raised bed garden, making daily deliveries to several food co-ops and outdoor markets, I had not only my vegetable scrap but many many garbage cans full from my customers that I would haul home each week. With this much material to use, I would keep a couple of beds fallow, dig trenches in it and dump the scraps in the trench cover it up with about 8 inches of soil and call it good. To compost purists this probably sounds like sacrilege but in less than a month after filling the final trench the scrap was gone and the bed was ready to plant. My beds were always full of earthworms
In the winter I would dig many trenches before things got cold and fill them all winter covering the scrap with some dirt each time. In the spring they were ready to plant.
Now that I live in town and have a smaller garden I don't have the space or quantity of scrap to compost like this. I wanted something that took less space and was a bit more sophisticated than what I used on the farm.
After a bit of research I landed on the scrap digester as the answer to my problem. They are metal garbage cans with half inch holes drilled in them about every three inches then buried in the ground. I have two 35 gallon cans like this that I have used for three years now with great success. I recommend having two, this way you can fill one and let it sit and finish up while you begin filling the second. Fit the can size to your household I am, for the most part, a vegetarian, so I generate a lot of veggie scraps, I also have it strategically placed so my neighbors, a family of three, can put theirs in as well. I empty each of these cans of earthworm castings two or three times a year. I do recommend strapping the lid on with a bungie cord to keep out critters like raccoons. The use of metal cans will keep out any rodents that may happen by at bay as well.

Instant Garden: Just Add Water
I am not terribly good at planning. With raised beds it is best to start them in the fall. In my life this never happens no matter how good my intentions are. I came upon this idea a few years ago. Straw Bale Gardening is a great way to get started fast. I like to create a little hole in the bale and put some dirt into it for transplants. For seeds I like to put a layer over the top. At the end of the season you can use the straw for making the soil in your new permanent raised beds using the next technique. Where I live the straw available is wheat and always seems to have seed in it. When I finally break up the bale into my permanent raised beds they sprout and cover the bed. If this happens to you just let them grow as a cover crop and chop them down in the spring. You will have saved money on cover crop seed and probably kept more than a few weeds from establishing themselves. I have grown just about everything in these bales over the three years I have used them as temporary beds to expand my garden. I actually prefer them for squash and cucumbers.

A Word About Using Cedar for Raised Beds
It has become a common practice to use Cedar lumber to make raised beds. If you are building new raised beds I would like you to consider using something else and I will tell you why. Western Red Cedar comprises most of the cedar boards. It is not a farmed tree so harvested trees must come from the logging of wild lands. While Cedar is rot resistant, the lumber on the market today will not last nearly as long as that from the past. Cedar is a slow growing tree, that becomes more resistant to bugs and rot as it ages. The wood so prized in the past for rot resistance came from the old growth trees. These are now very rare and what is left really needs to be preserved. Today the average Cedar board will only last 5 to 8 years.
I have used bricks mainly because once I am done I never have to replace them. A neighbor has used the plastic wood they make for decks which is made of a combination of recycled plastic and wood chips. It is widely available at home improvement stores. His beds have been in place for ten years and still seem to be holding up.He did find that they do need more support such as a steak every four feet or so because the wood is much more flexible than natural lumber.

Making Soil without Emptying your Bank Account
Here buying top soil is an expensive proposition. In trying to figure out a cheaper way I happened upon Lasagna Gardening as a better and cheaper way. I use a slight variation, first I build my box about 2 feet high then layer leaves or straw, then a layer of grass clippings, a thin layer of soil and repeat. when it starts to break down I like to stir it with my garden fork. In the fall I add layers of leaves and chopped up vegetation from my summer garden to the top of each bed. This also saves me having my precious backyard space taken up by a compost bin and the work of turning and moving it. By starting the bed with a layer of something that blocks the weeds you will be way ahead of the game. Most sights suggest newspaper but you can use just about anything that is made of natural material and that is free or cheap. Some of my neighbors have used undyed cardboard, the legs of old denim jeans, even old wall to wall carpeting.
This technique can also be used to improve really hopeless soil. In recent years my neighborhood has been creating a permaculture park on a vacant lot where the soil was so bad that even weeds barely grew. With the help of out city we created 5 foot deep trenches with a backhoe. The city then used the trenches as a dumpsite for their grass clippings, leaves and wood chips. We contributed by watering and adding back some of the origional soil after each layer. Once a trench was full they would dig another.  After three years our lot is now productive and the city is looking for another lot to work with since they discovered it saved them several thousand dollars in recycling and trucking fees.

Potting Soil the Old Fashioned Way
Back before commercial potting soil gardeners used to make their own. If you have access to lots of leaves you can too. In the old days potting soil was made by creating a big pile of leaves and letting them sit until they broke down on their own. I use a piece of hardware cloth formed into a circle, each year I fill it full of leaves. I usually try to remember to stir it a couple of times during the winter but if you forget it will still work just not as fast. When the leaves have broken down pull off the wire circle and fill your pots. I have used this method for many years to create all the soil I need for my vegetable transplants.
Now sit back and enjoy your garden you should have a little time left over to smell the roses as well."

Fonte:
http://www.dailykos.com/story/2011/04/18/965880/-Work-Smarter-Not-Harder:-Gardening-and-Composting-for-a-Busy-Life