Conviver na rua, proteger na estrada
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Nos últimos tempos, as notícias de atropelamentos muitos deles envolvendo
crianças, são alarmantes. Cada ocorrência tem cir(...)
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Homenagem - GONÇALO RIBEIRO TELLES
"A Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Nacional de Cultura vão organizar no próximo dia 6 de Dezembro uma sessão de homenagem e reflexão dedicada ao Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.
ORGANIZAÇÃO
ENTRADA LIVRE
FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN • AUDITÓRIO 2
AURORA CARAPINHA
ENTRADA LIVRE
FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN • AUDITÓRIO 2
09h30Abertura
Guilherme d’Oliveira Martins
Presidente do Centro Nacional de Cultura
Emílio Rui Vilar
Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
10h00
O HOMEMAntónio Barreto • Eduardo Lourenço
Guilherme d’Oliveira Martins
11h15
Pausa café
11h35O POLÍTICO
Augusto Ferreira do Amaral • Luís Coimbra
Diogo Freitas do Amaral
13h00Intervalo para almoço
14h30
O PROFESSOR
Carlos Braumann • Aurora Carapinha
Ário Lobo de Azevedo
15h30
Pausa café
15h50
O VISIONÁRIOManuela Raposo Magalhães
Nuno Portas • Margarida Cancela d’Abreu
Viriato Soromenho Marques
17h10Depoimentos
Dom Duarte de Bragança • Miguel Sousa Tavares*
Pedro Roseta • Maria Calado • Alberto Vaz da Silva
17h45
Apresentação da Fotobiografia
de Gonçalo Ribeiro Telles (Ed. ARGUMENTUM)
Fernando Pessoa • Alexandre Cancela d’Abreu
18h00Encerramento
Mário Soares • Gonçalo Ribeiro Telles
Guilherme d’Oliveira Martins
Presidente do Centro Nacional de Cultura
Emílio Rui Vilar
Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
10h00
O HOMEMAntónio Barreto • Eduardo Lourenço
Guilherme d’Oliveira Martins
11h15
Pausa café
11h35O POLÍTICO
Augusto Ferreira do Amaral • Luís Coimbra
Diogo Freitas do Amaral
13h00Intervalo para almoço
14h30
O PROFESSOR
Carlos Braumann • Aurora Carapinha
Ário Lobo de Azevedo
15h30
Pausa café
15h50
O VISIONÁRIOManuela Raposo Magalhães
Nuno Portas • Margarida Cancela d’Abreu
Viriato Soromenho Marques
17h10Depoimentos
Dom Duarte de Bragança • Miguel Sousa Tavares*
Pedro Roseta • Maria Calado • Alberto Vaz da Silva
17h45
Apresentação da Fotobiografia
de Gonçalo Ribeiro Telles (Ed. ARGUMENTUM)
Fernando Pessoa • Alexandre Cancela d’Abreu
18h00Encerramento
Mário Soares • Gonçalo Ribeiro Telles
*A CONFIRMAR"
Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt
Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de EspanhaAvenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt
Transportes
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718
Fonte e imagem:
Etiquetas:
Arquitectura Paisagista,
Aurora Carapinha,
CNC,
Entrada Livre,
Gonçalo Ribeiro Telles,
Guilherme d’Oliveira Martins,
Gulbenkian,
Homenagem,
Mário Soares,
Miguel Sousa Tavares,
Nuno Portas
Dia da Biodiversidade, Conferência
Sexta, 20 Mai 2011
09:00
Aud. 2
Entrada livre
O ano de 2010 foi assinalado pelas Nações Unidas como o Ano Internacional da Biodiversidade.
Para melhor compreender o que mudou em 2010 e reflectir sobre as mudanças necessárias no futuro, o Instituto Gulbenkian de Ciência e a Embaixada de França em Portugal organizam uma conferência onde são debatidas algumas das questões mais importantes ligadas à biodiversidade, como a perda de espécies e a destruição dos ecossistemas naturais.
A conferência tem entrada livre, mas necessita de pré-inscrição:
Formulário de inscrição
PROGRAMA
Para mais informações:
Isa Pais (biodiv@igc.gulbenkian.pt)
INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa
Telf: +351214407900
biodiv@igc.gulbenkian.pt
Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718
Comboio: Entrecampos
Fonte:
http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=3127&cal=eventos&langId=1&cal=eventos
09:00
Aud. 2
Entrada livre
O ano de 2010 foi assinalado pelas Nações Unidas como o Ano Internacional da Biodiversidade.
Para melhor compreender o que mudou em 2010 e reflectir sobre as mudanças necessárias no futuro, o Instituto Gulbenkian de Ciência e a Embaixada de França em Portugal organizam uma conferência onde são debatidas algumas das questões mais importantes ligadas à biodiversidade, como a perda de espécies e a destruição dos ecossistemas naturais.
A conferência tem entrada livre, mas necessita de pré-inscrição:
Formulário de inscrição
PROGRAMA
| 08:30 | Recepção |
| 09:00 | Sessão de Abertura A. Coutinho/ JP. Courtiat/ L. Chikhi |
| 09:30 | Nuno FERRANDBiodiversidade, desenvolvimento e sustentabilidade do planeta |
| 11:00 | Jerome CHAVEBiodiversidade e Impacto das Alterações Climáticas |
| 14:00 | Maria de Lurdes de CARVALHOConservação da Biodiversidade [antes e] depois de 2010 |
| 15:00 | Anne Caroline PREVOT-JULLIARDDevemos inventar um novo contrato ciência-sociedade para uma preservação sustentável da biodiversidade? |
| 16:30 | Jean-François SILVAINA Biodiversidade em 2010: uma viragem importante – Reflexões sobre as escolhas estratégicas e científicas para o futuro |
| 17:30 | Questões |
Para mais informações:
Isa Pais (biodiv@igc.gulbenkian.pt)
INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa
Telf: +351214407900
biodiv@igc.gulbenkian.pt
Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718
Comboio: Entrecampos
Fonte:
http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=3127&cal=eventos&langId=1&cal=eventos
Dois Graus: Conferência e Seminários
6 Maio
Conferência
Dirigido ao público em geral
Sala Principal
Entrada livre | Em inglês sem legendagem
7 Maio
Seminários
Dirigido a artistas, estudantes e profissionais das artes do espectáculo
Entrada livre. Inscrição obrigatória até 4 de Maio, através de anagomes@egeac.pt
Máximo 20 participantes por seminário. Seminários decorrem em simultâneo. | Em inglês sem legendagem
ENTRADA LIVRE
O Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas advoga um limite máximo de 2ºC para o aumento da temperatura média global, argumentando que, caso se ultrapasse esse valor, as consequências para a vida na Terra serão irreversíveis. Apesar disso, as conferências sobre mudanças climáticas em Copenhaga e Cancun não conseguiram assegurar um acordo viável… Se as emissões continuarem a crescer ao ritmo actual, todas as previsões científicas prevêem um aumento da temperatura média global que pode chegar aos 4ºC até ao final do século.
O aumento da temperatura não é apenas um problema global, mas também transversal. A emissão de gases de estufa está ligada a todos os sectores da actividade humana e uma redução significativa das emissões só pode ser alcançada através do esforço de todos. Qual é o papel do sector cultural neste contexto? A arte tem a capacidade de informar o público? Tem o dever de incitar as pessoas a reduzir a sua pegada ecológica? Os próprios artistas e agentes culturais podem desenvolver métodos ecológicos para produzir, apresentar e distribuir obras artísticas?
O aumento da temperatura não é apenas um problema global, mas também transversal. A emissão de gases de estufa está ligada a todos os sectores da actividade humana e uma redução significativa das emissões só pode ser alcançada através do esforço de todos. Qual é o papel do sector cultural neste contexto? A arte tem a capacidade de informar o público? Tem o dever de incitar as pessoas a reduzir a sua pegada ecológica? Os próprios artistas e agentes culturais podem desenvolver métodos ecológicos para produzir, apresentar e distribuir obras artísticas?
6 Maio
10h00 > 10h30
Introdução
Introdução
Mark Deputter, Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa
Delgado Domingos, Lisboa E-Nova, Agência Municipal de Energia-Ambiente de Lisboa
Delgado Domingos, Lisboa E-Nova, Agência Municipal de Energia-Ambiente de Lisboa
10h30 > 13h00
As alterações climáticas, a ecologia e o desenvolvimento sustentável: onde estamos e o que podemos fazer?
As alterações climáticas, a ecologia e o desenvolvimento sustentável: onde estamos e o que podemos fazer?
A transição para uma sociedade sustentável: uma abordagem sistémicaPeter Tom Jones University of Leuven, BelgiumRespeitar os limites ecológicos do ecossistema terrestre é condição base não negociável para o nosso desenvolvimento socio-económico. O diagrama de Rockström demonstra que já ultrapassámos a margem operacional de segurança para algumas questões ambientais globais, incluindo as alterações climáticas. De forma a regressar a uma sustentabilidade ecológica, o uso de recursos naturais pelos países desenvolvidos tem de ser reduzido em 90%. É essencial uma transição para a sustentabilidade.
Rumo às Emissões Carbono ZeroJo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UKO relatório zerocarbonbritain2030 é uma visão positiva e realista para uma sociedade livre de combustíveis fósseis. Apresenta soluções políticas, económicas e tecnológicas para os desafios urgentes apontados pela ciência climática e explora sinergias entre vários sectores com o objectivo de criar soluções integradas. Explicita como se pode reduzir o uso de energia na construção, nos transportes, na ordenação do território e no comportamento humano e propõe avanços concretos na aplicação das energias renováveis.
Debate aberto ao púbico
14h30 > 16h00
Arte, Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável
A Transição do Sector das Artes para o Desenvolvimento SustentávelHelen Heathfield Julie’s Bicycle, UKUsando como referência os múltiplos exemplos no Reino Unido de organizações artísticas, redes e parcerias que estão a reduzir o seu impacto ambiental, iremos partilhar os sucessos conquistados e as lições aprendidas referentes a teatros e salas de concertos, digressões, festivais, editoras, artes visuais e dança. Uma visão para um futuro mais sustentável e uma forma de inspirar organizações a atingi-lo.
Trabalhar as Alterações Climáticas com Artistas: Produzir, Apresentar e DistribuirJudith Knight Artsadmin, UKComo deve o sector das Artes responder às alterações climáticas? Devemos encomendar trabalhos que chamem a atenção para esta problemática? Devemos continuar a promover digressões internacionais? Nesta conferência, Judith Knight fala sobre os compromissos da Artsadmin face às alterações climáticas: o trabalho no contexto da rede Imagine 2020, a curadoria de arte e os esforços para tornar as digressões mais ecológicas.
Debate aberto ao púbico
16h30 / 18h00
Práticas de Desenvolvimento Sustentável nas Artes
Vale a Pena a Festa? — A Experiência de Sustentabilidade do Boom Festival André Soares Boom Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, BrasilDesde 2006 que André Soares e o Boom Festival embarcaram na viagem de criar um grande festival sustentável, procurando responder ao desafio com práticas ecológicas e novas tecnologias. Actualmente o festival é tido como um caso de sucesso, tendo recebido várias distinções e prémios, incluindo os prémios europeus Green Festival e Green and Clean Festival.
Design para Melhorar a Vida: os INDEX: AwardsAdam von Haffner Paulsen INDEX Awards, DenmarkINDEX: é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2002 e internacionalmente reconhecida pelo seu prémio bienal de design, no valor de 500 000€. INDEX: promove o sonho de um mundo concebido para satisfazer as necessidades e aspirações da humanidade e nove anos de experiência mostram que o design pode ser um factor decisivo na construção de um mundo melhor.
Debate aberto ao púbico
7 Maio
Seminários
10h00 > 13h00
10h00 > 13h00
Como Gerir um Teatro SustentávelHelen Heathfield Julie’s Bicycle, UKVários teatros no Reino Unido estão a diminuir o seu impacto ambiental. Helen Heathfield expõe casos concretos como o do Arcola Theatre, do National Theatre, do Sage Gateshead e da Wembley Arena. Este seminário procura apresentar propostas concretas, das questões técnicas a medidas de gestão de uma equipa ecológica, passando pela comunicação com artistas e ao público.
Produzir Espectáculos de forma mais EcológicaJohan Penson ROSAS/BASTT, BelgiumO que podem as artes performativas fazer relativamente às alterações climáticas? Como podemos viver de consciência tranquila e desenvolver produções artísticas tendo conhecimento da pegada ecológica que provocamos? Esta intervenção pretende ser um guia prático para a gestão sustentável de processos criativos e apresentar um exemplo de um espectáculo com baixo nível de consumo energético.
Educação para o Desenvolvimento Sustentável e para a Cidadania MundialJo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UKNeste seminário, professores e educadores adquirem conhecimentos sobre a sustentabilidade e a sua aplicação num contexto educativo. Os participantes encontrarão inspiração e novas ideias para trabalhar estes temas globais com crianças, estudantes e adultos. As alterações climáticas, o desenvolvimento sustentável e a biodiversidade são abordados através de temas concretos como a comida, a casa e a energia.
15h00 > 18h00
Festivais SustentáveisAndré Soares BOOM Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, BrasilOs eventos culturais são janelas de oportunidade para demonstrar a viabilidade de estilos de vida sustentáveis. A sustentabilidade requer um planeamento estratégico e operacional que respeita as limitações da água, da energia, das matérias-primas, do tempo e das pessoas. Neste seminário, usamos a Permacultura como uma ferramenta para discutir estratégias para um evento sustentável.
Trabalhar com os Artistas, Públicos e DecisoresJudith Knight Artsadmin, UKAo tomar a decisão de tornar as artes “mais amigas do ambiente”, por onde começar? Junto dos artistas, dos públicos, dos financiadores, dos espaços? Como é que uns podem influenciar os outros? Como unir todos estes pontos?
Digressões Sustentáveis de Espectáculos e Concertos Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UKHelen Heathfield apresenta uma pesquisa recente sobre digressões de peças de teatro, orquestras e bandas e sobre a forma como as organizações têm posto em prática as recomendações da agência Julie’s Bicycle. A Industry Green Tool for Touring pode ajudar no planeamento e avaliação das digressões: a escolha de fornecedores, as opções de cenografia, os percursos da digressão, a colaboração das equipas e dos artistas e a partilha os resultados com o público.Fonte e imagem:
http://www.teatromariamatos.pt/pt/prog/conversas/2010-2011/doisgraus
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Teatro Maria Matos
Venha plantar uma das 4000 árvores nos dois próximos fins-de-semana!
"Não conseguimos este ano dar a escala que pretendíamos ao nosso projecto, principalmente por uma dificuldade grande em conciliar a vida profissional e pessoal com um projecto desta envergadura.

Fonte e imagens:
http://blog.plantarumaarvore.org/2010/11/venha-plantar-uma-das-4000-arvores-nos.html
No entanto não deixamos caír este sonho, pensamos que criámos as bases para 2011, Ano Internacional das Florestas. Acreditamos que juntos, com a ajuda de todos os que acarinham este projecto, vamos atingir uma escala nacional no próximo ano.
Este ano vamos realizar plantações que superam os totais do ano passado, vamos concentrar esforços em iniciativas com os nossos parceiros habituais, Lisboa e Cascais, que nos deram a mão desde a primeira hora e cujo apoio incondicional agradecemos.
Vamos plantar cerca de 4000 árvores!
As plantações serão realizadas em Monsanto e no Parque Natural Sintra-Cascais.
As iniciativas em Monsanto, em parceria com a C.M. de Lisboa serão:
Dia 20 – 14h30 às 17:00
Encosta Oeste dos Montes Claros
1000 árvores – 500 participantes
800 Quercus suber e 200 Quercus rotundifolia
Dia 27 - 14h30 às 17:00
Encosta Norte dos Montes Claros
1000 árvores – 500 participantes
400 Quercus suber, 300 Quercus robur, 300 Quercus faginea
Ponto de encontro será no miradouro de Montes Claros, junto ao restaurante chimarrão.
Para dia 23 está perspectivada uma iniciativa para as escolas em Monsanto, que irá envolver até um máximo de 500 crianças. Esta será uma pequena (grande) vitória rumo ao nosso objectivo.
Será na Encosta Parque das Merendas Bairro do Calhau das 9:30 às 11:30. Ainda temos vagas disponíveis, as escolas interessadas deverão contactar-nos para o email geral@plantarumaarvore.org. A única condição é que garantam o transporte dos alunos até ao local de plantação.
No Parque Natural Sintra Cascais, em parceria com a Cascais Natura, as plantações terão lugar nos fins-de-semana de 20, 21 e 27, 28 de Novembro, sendo os dias da semana dedicados às escolas, para as quais ainda existem vagas disponíveis, sendo o transporte assegurado para grupos de 50 alunos.

Contamos com a sua participação, inscreva-se, participe, divulgue, passe esta mensagem, cada pessoa conta!
Inscrições disponíveis no site em:
http://www.plantarumaarvore.org/inscricao.aspx"Fonte e imagens:
http://blog.plantarumaarvore.org/2010/11/venha-plantar-uma-das-4000-arvores-nos.html
Massa Crítica e Festa Crítica: 24 de Setembro, 2010
Massa Crítica : a partir das 18:00 no Marquês de Pombal
Festa Crítica : a partir das 21:00 nos Anjos
A Massa Crítica é uma sempre uma festa!
ESTE É MÊS DE ANIVERSÁRIO E, POR ISSO, A MASSA JUNTA-SE À FESTA PARA UMA GRANDE NOITE DE DIVERSÃO!!!! FESTA CRÍTICA COM JANTAR, DEPOIS DA MASSA CRÍTICA.
No ano passado fomos cerca de 200, este ano queremos ser 400. Venham participar numa festa diferente.
Lisboa - Anjos
Festa Crítica : a partir das 21:00 nos Anjos
A Massa Crítica é uma sempre uma festa!
ESTE É MÊS DE ANIVERSÁRIO E, POR ISSO, A MASSA JUNTA-SE À FESTA PARA UMA GRANDE NOITE DE DIVERSÃO!!!! FESTA CRÍTICA COM JANTAR, DEPOIS DA MASSA CRÍTICA.
No ano passado fomos cerca de 200, este ano queremos ser 400. Venham participar numa festa diferente.
Lisboa - Anjos
Rua Regueirão dos Anjos, 69 (mapa)
Conferência - CINCO ÁFRICAS/CINDO ESCOLAS
"Na próxima 2ª feira, 25 de Janeiro pelas 18h30, realiza-se na Ordem dos Arquitectos em Lisboa a conferência de apresentação dos projectos «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» que representaram Portugal na 8ª Bienal Internacional de Arquitectura de São Paulo e que estão agora em exposição na Ordem dos Arquitectos. Na ocasião será também apresentado o catálogo da exposição na Livraria A+A.
Estará presente o Director-Geral das Artes do Ministério da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e o Presidente da Ordem dos Arquitectos, João Belo Rodeia. Com introdução do comissário da exposição, Manuel Graça Dias, os arquitectos participantes, Inês Lobo, Jorge Figueira, Pedro Maurício Borges, Pedro Reis e Pedro Ravara + Nuno Vidigal, vão apresentar os projectos de escolas criados para lugares específicos dos cinco países africanos de língua portuguesa (Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique).
Como representação na BIA’09, entre 31 de Outubro e 6 de Dezembro, «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» foi organizada e produzida pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura. A apresentação em Lisboa é feita em co-produção com a Ordem dos Arquitectos e em parceria com a Livraria A+A.
A proposta de Portugal para a BIA’09 revestiu-se, do ponto de vista institucional, de especial interesse indo ao encontro da Declaração dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (adoptada em 2000, por todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas), nomeadamente pela «Meta 2. Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino primário (...)»
Pretende-se, agora, que «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» não se esgote na exposição, uma vez que o projecto foi pensado como uma oportunidade de construção efectiva das escolas nos locais para os quais foram idealizadas."
Local:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul
Travessa Carvalho 21-25, Lisboa
Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 1/32/36/706/714/744/758/781/782/790/792
Eléctricos: 15/18/25
Contactos:
Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura
Av. da Liberdade, 144 – 2º andar, 1250-146 Lisboa
T: +351 211 507 010
F:+351 211 507 261
E: geral@dgartes.pt www.dgartes.pt
www.dgartes.pt/saopaulo2009/index.htm
Fonte e imagem:
http://arquitectos.pt/index.htm?no=2020491919,154
Estará presente o Director-Geral das Artes do Ministério da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e o Presidente da Ordem dos Arquitectos, João Belo Rodeia. Com introdução do comissário da exposição, Manuel Graça Dias, os arquitectos participantes, Inês Lobo, Jorge Figueira, Pedro Maurício Borges, Pedro Reis e Pedro Ravara + Nuno Vidigal, vão apresentar os projectos de escolas criados para lugares específicos dos cinco países africanos de língua portuguesa (Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique).
Como representação na BIA’09, entre 31 de Outubro e 6 de Dezembro, «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» foi organizada e produzida pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura. A apresentação em Lisboa é feita em co-produção com a Ordem dos Arquitectos e em parceria com a Livraria A+A.
A proposta de Portugal para a BIA’09 revestiu-se, do ponto de vista institucional, de especial interesse indo ao encontro da Declaração dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (adoptada em 2000, por todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas), nomeadamente pela «Meta 2. Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino primário (...)»
Pretende-se, agora, que «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» não se esgote na exposição, uma vez que o projecto foi pensado como uma oportunidade de construção efectiva das escolas nos locais para os quais foram idealizadas."
Local:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul
Travessa Carvalho 21-25, Lisboa
Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 1/32/36/706/714/744/758/781/782/790/792
Eléctricos: 15/18/25
Contactos:
Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura
Av. da Liberdade, 144 – 2º andar, 1250-146 Lisboa
T: +351 211 507 010
F:+351 211 507 261
E: geral@dgartes.pt www.dgartes.pt
www.dgartes.pt/saopaulo2009/index.htm
Fonte e imagem:
http://arquitectos.pt/index.htm?no=2020491919,154
Etiquetas:
Cinco Áfricas/Cinco Escolas,
Conferência,
Entrada Livre,
Inês Lobo,
Manuel Graça Dias,
OASRS,
Ordem dos Arquitectos,
Pedro Maurício Borges,
Pedro Ravara/Nuno Vidigal,
Pedro Reis
Seminário - A METRÓPOLE, FÁBRICA SOCIAL
Seminário para debater a cidade
Teatro Maria Matos, sempre às 18h30
Entrada livre
Organização do Teatro Maria Matos e da UNIPOP
Programa
28 SET Para que Servem as “Cidades Criativas”?
Debate com Pedro Costa e João Pedro Nunes
29 SET Da Cidade dos Criadores à Metrópole dos Produtores
Debate com Tiago Baptista, Luís Vasconcelos e Renato Carmo
30 SET O Governo Metropolitano
Debate com Susana Durão, João Seixas e Tiago Saraiva
1 OUT As Lutas Metropolitanas
Debate com Chullage, João Branco e Eugénia Margarida
"A cidade constitui-se metrópole a partir do momento em que uma série de equipamentos e edifícios ligados em rede transformam cada via de acesso num fluxo produtivo. Uma teia de ligações, configurada por sistemas de transportes públicos, pontes e vias rápidas, redes sem fios e circuitos de video vigilância, é diariamente activada pela circulação dos habitantes da metrópole, os quais percorrem os escritórios, as fábricas, as salas de espectáculo, as lojas, as escolas, os hospitais, os jardins e os centros comerciais em que se produz e reproduz a vida social. A metrópole assemelha-se então a uma fábrica social, lugar de mobilização cooperativa da força de trabalho, onde se encontram as matérias-primas, circulam as mercadorias e onde se pratica o consumo, alimentando os circuitos de uma economia global.
Esta natureza produtora da metrópole encontra eco em alguns debates. Quando governantes e urbanistas invocam a imagem da “cidade criativa”, em parte reconhecem a natureza produtora da vida espiritual metropolitana. E quando nos falam acerca da necessidade de criação de uma imagem de “marca” para uma cidade, de algum modo repetem o gesto empresarial de criação do logótipo, símbolo que se inscreve no produto e cuja compra permite consumir um certo estilo de vida. Entretanto, a metrópole enquanto fábrica social extravasa largamente o que pode ser contido por aquelas formulações. Veja-se o caso da “cidade criativa”, fórmula que tende a reduzir a produção metropolitana a uma dimensão elitista, reduzindo a metrópole dos produtores – que liga margem sul e margem norte, que engloba centros e periferias, que articula indústria, serviços e comércio – a uma pequena e mui nobre cidade de criadores, de acesso restrito a alguns grupos profissionais de índole artística, uma cidade preferencialmente localizada em novos bairros de charme que emergem no interior dos velhos bairros populares dos centros históricos.
A contra-corrente desta concepção emergente que transforma a fábrica metropolitana em cidade criativa, a primeira sessão deste seminário de quatro dias começará por debater o conceito de “cidade criativa”. Contando, para este efeito, com a participação de investigadores das ciências sociais que se têm dedicado aos estudos urbanos, perguntamos para que servem as “cidades criativas”?
No segundo dia, com a ajuda de quem trabalha a metrópole em planos tão diversos como as políticas de transporte e as representações cinematográficas, transitamos da cidade dos criadores à metrópole dos produtores.
Esta passagem permitirá que no terceiro dia analisemos o governo metropolitano, debruçando-nos nomeadamente sobre a sua implicação no trabalho de arquitectos e urbanistas chamados a debate. O seu traço livre constitui muitas vezes a face mais visível de práticas e discursos de «renovação urbana» apontados à requalificação de zonas degradadas e à valorização do espaço público, mas a arte e engenho de arquitectos e urbanistas também participa, de forma menos evidente, de estratégias dirigidas à administração de pessoas e bens.
Finalmente, no quarto dia, focaremos os conflitos que ocorrem na metrópole e que são habitualmente tratados de forma despolitizada e avulsa (as chamadas “questões locais”) ou enquanto questões do foro criminal (a invenção dos “bairros perigosos”). Neste debate em torno das lutas metropolitanas, à procura de velhas e novas ligações entre antagonismos diversos, contaremos com a participação de activistas envolvidos nas lutas pelos transportes públicos, membros de comissões de moradores, dinamizadores de associações culturais, etc.
Breve apresentação dos participantes:
João Pedro Nunes é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE) e lecciona sociologia urbana no departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais, onde se formou e completou o doutoramento. Tem investigado o desenvolvimento urbano da periferia de Lisboa nas últimas décadas.
Pedro Costa é economista, formado no ISEG, e professor no Departamento de Economia do ISCTE. Tem trabalhado sobre questões do planeamento urbano e do desenvolvimento regional e local.
Luís Vasconcelos, antropólogo, tem levado a cabo investigação no campo das festas de música electrónica, com base no projecto de doutoramento intitulado Percepção e Modernidade. Alucinogénios no Portugal Contemporâneo. É investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS).
Tiago Baptista, historiador, tem diversos trabalhos sobre a história do cinema em Portugal. Trabalha como conservador do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM) da Cinemateca Nacional - Museu do Cinema.
Renato Carmo é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE). Doutorou-se pelo ICS em Ciências Sociais com uma tese sobre os processos de urbanização dos meios rurais. Tem dedicado os seus estudos a temas como a desigualdade social e a marginalização territorial.
Tiago Saraiva é Investigador Auxiliar do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. Doutorou-se pela Universidade Autónoma de Madrid em 2004 com uma tese em história das ciências sobre o papel dos laboratórios na construção da cidade moderna. Publicou recentemente, em co-autoria, Cidade & Cidadania (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2008).
João Seixas é Investigador Auxiliar do ICS. Doutorado em Geografia Urbana pela Universidade Autónoma de Barcelona e em Sociologia do Território e do Ambiente pelo ISCTE, tem desenvolvido as suas investigações em torno das dinâmicas contemporâneas de governação urbana, bem como das lógicas e perspectivas do desenvolvimento sócio-cultural das cidades.
Susana Durão é Investigadora Auxiliar do ICS. Doutorada em Antropologia pelo ISCTE (2006), tem desenvolvido pesquisa na área do policiamento, patrulha e proximidade em Portugal, tendo particular atenção ao trabalho desenvolvido pela Polícia de Segurança Pública.
Eugénia Margarida é membro da comissão de moradores do Bairro das Amendoeiras, em Chelas. Associação que em 2005 e 2006, desenvolveu uma interessante mobilização contra o aumento de rendas imposto pela Fundação D. Pedro IV e pela defesa do direito à habitação condigna.
João Branco é membro do grupo Massa Crítica. Com origem em São Francisco (EUA) e realizado actualmente em mais de 350 cidades de todo o mundo, a Massa Crítica propõe um passeio no meio da cidade feito em transportes não poluentes, encorajando assim outras formas de mobilidade urbana.
Chullage é músico de intervenção e membro da Khapaz, associação sediada na Arrentela e pólo dinamizador da cultura local e da participação cívica. Tanto a sua música, como a sua intervenção política reflectem os problemas sociais existentes nas periferias das grandes metrópoles: a pobreza, o desemprego e precariedade laboral, a criminalidade e a violência policial."
Transportes
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
Fonte:
http://u-ni-pop.blogspot.com/2009/07/metropole-fabrica-social.html
Teatro Maria Matos, sempre às 18h30
Entrada livre
Organização do Teatro Maria Matos e da UNIPOP
Programa
28 SET Para que Servem as “Cidades Criativas”?
Debate com Pedro Costa e João Pedro Nunes
29 SET Da Cidade dos Criadores à Metrópole dos Produtores
Debate com Tiago Baptista, Luís Vasconcelos e Renato Carmo
30 SET O Governo Metropolitano
Debate com Susana Durão, João Seixas e Tiago Saraiva
1 OUT As Lutas Metropolitanas
Debate com Chullage, João Branco e Eugénia Margarida
"A cidade constitui-se metrópole a partir do momento em que uma série de equipamentos e edifícios ligados em rede transformam cada via de acesso num fluxo produtivo. Uma teia de ligações, configurada por sistemas de transportes públicos, pontes e vias rápidas, redes sem fios e circuitos de video vigilância, é diariamente activada pela circulação dos habitantes da metrópole, os quais percorrem os escritórios, as fábricas, as salas de espectáculo, as lojas, as escolas, os hospitais, os jardins e os centros comerciais em que se produz e reproduz a vida social. A metrópole assemelha-se então a uma fábrica social, lugar de mobilização cooperativa da força de trabalho, onde se encontram as matérias-primas, circulam as mercadorias e onde se pratica o consumo, alimentando os circuitos de uma economia global.
Esta natureza produtora da metrópole encontra eco em alguns debates. Quando governantes e urbanistas invocam a imagem da “cidade criativa”, em parte reconhecem a natureza produtora da vida espiritual metropolitana. E quando nos falam acerca da necessidade de criação de uma imagem de “marca” para uma cidade, de algum modo repetem o gesto empresarial de criação do logótipo, símbolo que se inscreve no produto e cuja compra permite consumir um certo estilo de vida. Entretanto, a metrópole enquanto fábrica social extravasa largamente o que pode ser contido por aquelas formulações. Veja-se o caso da “cidade criativa”, fórmula que tende a reduzir a produção metropolitana a uma dimensão elitista, reduzindo a metrópole dos produtores – que liga margem sul e margem norte, que engloba centros e periferias, que articula indústria, serviços e comércio – a uma pequena e mui nobre cidade de criadores, de acesso restrito a alguns grupos profissionais de índole artística, uma cidade preferencialmente localizada em novos bairros de charme que emergem no interior dos velhos bairros populares dos centros históricos.
A contra-corrente desta concepção emergente que transforma a fábrica metropolitana em cidade criativa, a primeira sessão deste seminário de quatro dias começará por debater o conceito de “cidade criativa”. Contando, para este efeito, com a participação de investigadores das ciências sociais que se têm dedicado aos estudos urbanos, perguntamos para que servem as “cidades criativas”?
No segundo dia, com a ajuda de quem trabalha a metrópole em planos tão diversos como as políticas de transporte e as representações cinematográficas, transitamos da cidade dos criadores à metrópole dos produtores.
Esta passagem permitirá que no terceiro dia analisemos o governo metropolitano, debruçando-nos nomeadamente sobre a sua implicação no trabalho de arquitectos e urbanistas chamados a debate. O seu traço livre constitui muitas vezes a face mais visível de práticas e discursos de «renovação urbana» apontados à requalificação de zonas degradadas e à valorização do espaço público, mas a arte e engenho de arquitectos e urbanistas também participa, de forma menos evidente, de estratégias dirigidas à administração de pessoas e bens.
Finalmente, no quarto dia, focaremos os conflitos que ocorrem na metrópole e que são habitualmente tratados de forma despolitizada e avulsa (as chamadas “questões locais”) ou enquanto questões do foro criminal (a invenção dos “bairros perigosos”). Neste debate em torno das lutas metropolitanas, à procura de velhas e novas ligações entre antagonismos diversos, contaremos com a participação de activistas envolvidos nas lutas pelos transportes públicos, membros de comissões de moradores, dinamizadores de associações culturais, etc.
Breve apresentação dos participantes:
João Pedro Nunes é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE) e lecciona sociologia urbana no departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais, onde se formou e completou o doutoramento. Tem investigado o desenvolvimento urbano da periferia de Lisboa nas últimas décadas.
Pedro Costa é economista, formado no ISEG, e professor no Departamento de Economia do ISCTE. Tem trabalhado sobre questões do planeamento urbano e do desenvolvimento regional e local.
Luís Vasconcelos, antropólogo, tem levado a cabo investigação no campo das festas de música electrónica, com base no projecto de doutoramento intitulado Percepção e Modernidade. Alucinogénios no Portugal Contemporâneo. É investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS).
Tiago Baptista, historiador, tem diversos trabalhos sobre a história do cinema em Portugal. Trabalha como conservador do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM) da Cinemateca Nacional - Museu do Cinema.
Renato Carmo é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE). Doutorou-se pelo ICS em Ciências Sociais com uma tese sobre os processos de urbanização dos meios rurais. Tem dedicado os seus estudos a temas como a desigualdade social e a marginalização territorial.
Tiago Saraiva é Investigador Auxiliar do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. Doutorou-se pela Universidade Autónoma de Madrid em 2004 com uma tese em história das ciências sobre o papel dos laboratórios na construção da cidade moderna. Publicou recentemente, em co-autoria, Cidade & Cidadania (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2008).
João Seixas é Investigador Auxiliar do ICS. Doutorado em Geografia Urbana pela Universidade Autónoma de Barcelona e em Sociologia do Território e do Ambiente pelo ISCTE, tem desenvolvido as suas investigações em torno das dinâmicas contemporâneas de governação urbana, bem como das lógicas e perspectivas do desenvolvimento sócio-cultural das cidades.
Susana Durão é Investigadora Auxiliar do ICS. Doutorada em Antropologia pelo ISCTE (2006), tem desenvolvido pesquisa na área do policiamento, patrulha e proximidade em Portugal, tendo particular atenção ao trabalho desenvolvido pela Polícia de Segurança Pública.
Eugénia Margarida é membro da comissão de moradores do Bairro das Amendoeiras, em Chelas. Associação que em 2005 e 2006, desenvolveu uma interessante mobilização contra o aumento de rendas imposto pela Fundação D. Pedro IV e pela defesa do direito à habitação condigna.
João Branco é membro do grupo Massa Crítica. Com origem em São Francisco (EUA) e realizado actualmente em mais de 350 cidades de todo o mundo, a Massa Crítica propõe um passeio no meio da cidade feito em transportes não poluentes, encorajando assim outras formas de mobilidade urbana.
Chullage é músico de intervenção e membro da Khapaz, associação sediada na Arrentela e pólo dinamizador da cultura local e da participação cívica. Tanto a sua música, como a sua intervenção política reflectem os problemas sociais existentes nas periferias das grandes metrópoles: a pobreza, o desemprego e precariedade laboral, a criminalidade e a violência policial."
Transportes
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
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http://u-ni-pop.blogspot.com/2009/07/metropole-fabrica-social.html
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25 de Setembro, 2009: SEXTO ANIVERSÁRIO DA MASSA CRÍTICA25 de Setembro, 2009: SEXTO ANIVERSÁRIO DA MASSA CRÍTICA


18:00 Encontro, no Marquês de Pombal
18:30 Partida da Bicicletada
21:00 Festa Crítica, no Centro Cultural Magalhães Lima
Centro Cultural Magalhães Lima (mapa)
Rua do Salvador, 2A (Alfama)
DJs: Ian Downie; aeriolabehaviour(test tube); Selecta Alice
Comes e bebes
Entrada grátis
"A Massa Crítica é um passeio mensal pelas ruas da cidade, um ponto e evento de encontro entre ciclistas urbanos. É ao mesmo tempo uma celebração das modos suaves de locomoção e uma forma resgate do espaço público dominado pelos veículos motorizados. Feita de forma tranquila e em pelotão, a bicicletada permite aos iniciados ganhar confiança na utilização de bicicleta na cidade, ao mesmo tempo que convivem e trocam ideias.
Os participantes reunem-se na última Sexta Feira de cada mês, no Parque Eduardo XVII, junto ao marquês de Pombal, pelas 18:00. O percurso decide-se em conjunto e a partida dá-se por volta das 18:30.
O movimento, que funciona sem corpo dirigente, teve origem em São Francisco, e realiza-se hoje em dia em 350 cidades de todo o mundo. Em Portugal, além de Lisboa há bicicletadas deste formato no Porto, Coimbra, Aveiro.
Em Setembro, mês da mobilidade, a Massa Crítica de Lisboa celebrará o seu 6º Aniversário dia 25 de Setembro, e esperam-se muitas dezenas de participantes, com diferentes motivações mas unidos na vontade de celebrar a mobilidade suave.
A partida será, como habitual, do Marquês de Pombal pelas 18:30 e, no final, no Centro Cultural Magalhães Lima, junto ao miradouro das Portas do Sol em Alfama, terá lugar a Festa Crítica.
Pelas 21:00 começará a animação, com música, comida, bebida, exposições e bicicletas. A entrada é grátis e todos estão convidados."
www.massacriticapt.net
Transportes
Metro: Martim Moniz, Rossio, Terreiro do Paço, Santa Apolónia
Autocarros: 28, 34, 35, 40, 37, 60, 708, 745, 759, 790, 794
Eléctrico: 12, 28
Fonte:
http://www.massacriticapt.net/?q=evento/bicicletadas-massas-cr-ticas-aveiro-coimbra-lisboa-e-porto-25-de-setembro-de-2009
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25 de Setembro, 2009: SEXTO ANIVERSÁRIO DA MASSA CRÍTICA


18:00 Encontro, no Marquês de Pombal
18:30 Partida da Bicicletada
21:00 Festa Crítica, no Centro Cultural Magalhães Lima
Centro Cultural Magalhães Lima (mapa)
Rua do Salvador, 2A (Alfama)
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"A Massa Crítica é um passeio mensal pelas ruas da cidade, um ponto e evento de encontro entre ciclistas urbanos. É ao mesmo tempo uma celebração das modos suaves de locomoção e uma forma resgate do espaço público dominado pelos veículos motorizados. Feita de forma tranquila e em pelotão, a bicicletada permite aos iniciados ganhar confiança na utilização de bicicleta na cidade, ao mesmo tempo que convivem e trocam ideias.
Os participantes reunem-se na última Sexta Feira de cada mês, no Parque Eduardo XVII, junto ao marquês de Pombal, pelas 18:00. O percurso decide-se em conjunto e a partida dá-se por volta das 18:30.
O movimento, que funciona sem corpo dirigente, teve origem em São Francisco, e realiza-se hoje em dia em 350 cidades de todo o mundo. Em Portugal, além de Lisboa há bicicletadas deste formato no Porto, Coimbra, Aveiro.
Em Setembro, mês da mobilidade, a Massa Crítica de Lisboa celebrará o seu 6º Aniversário dia 25 de Setembro, e esperam-se muitas dezenas de participantes, com diferentes motivações mas unidos na vontade de celebrar a mobilidade suave.
A partida será, como habitual, do Marquês de Pombal pelas 18:30 e, no final, no Centro Cultural Magalhães Lima, junto ao miradouro das Portas do Sol em Alfama, terá lugar a Festa Crítica.
Pelas 21:00 começará a animação, com música, comida, bebida, exposições e bicicletas. A entrada é grátis e todos estão convidados."
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