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On the Road

The author, with her bicycle
After my 6-year-old son died, I was determined to grieve on my own terms. So I sold all my belongings and set off on my bicycle
"My son, Vasu died of cancer on August 19, 2009. He was 6 years old.
I was aware before he died what his death could do to me. Vasu got sick in the fall of 2004, and two months later my mom was also diagnosed with cancer. She died a month after he went into remission.
V and Snowman
Vasu, with a snowman
After Mom’s death, I only left the house to go to the grocery store, Vasu’s preschool, and the children’s hospital for his check-ups. Chance encounters with people I knew left me breathless with panic and desperate to return home. People explained that “the first year is the worst” and that I would “heal with time,” but that made no sense to me. Grief was a road I was forced onto, a place in-between living and dying. More than two years after Mom died I was still traveling the same road.
Then in a single day everything changed.
I was sitting in the kitchen with my dad. He explained that two years on he still couldn’t live without Mom. He wanted to follow her. He wanted to be dead.
“I know this sounds strange,” I replied, “but I think I already am.”
For the rest of the day I played with Vasu and saw him through the eyes of someone who had died, and realized I no longer wanted to be dead. In that moment I stepped off the road of grief. I started to smile and even laugh. I didn’t have to pretend to be happy — I was happy.
Two months later, the doctors found metastasized tumors throughout Vasu’s body. He survived the nine-month treatment, but would never go into remission again.
I knew that if I could lose years to sorrow after Mom’s death, the death of my only child could steal away my life. As Vasu was dying, nearly everyone confirmed this. “What you are going through is the worst thing a mother could possibly experience,” they said. But I didn’t want to believe them. I wanted something different. I didn’t want to grieve for the rest of my life.
For Vasu’s memorial we invited the community to build a giant sandcastle on his favorite beach. It was a fortress when finished; 20 feet long with a deep moat. Then, because Vasu would have wanted it that way, we asked all of his friends to jump on it.
Afterwards, I said goodbye to everyone I knew, including Vasu’s daddy. We had shared 13 years together, 6 of them raising our child. But we had nothing left to offer each other except tears and pain. I sold everything I owned except an old mountain bike and camping gear, and on October 1 I began cycling the Pacific Coast Bike Route.
I quickly became comfortable with the challenges of the road: the shattered glass, the narrow shoulders, and the bellow of air brakes and blast of air in the wake of tractor-trailers. My body adapted to my new life much faster than my grief did. My legs bulged with new muscle after barely two weeks, and when I removed the 45 pounds of gear draped over the wheels my bicycle became ridiculously light.I cycled every other day on the narrow shoulder of Highway 101. I was a refugee, fleeing the sorrow that pursued me. At the end of every day I sat beside the ocean. It was large enough to hold the grief that overwhelmed me — and the fierce fall winds and blistering sand cleansed my heart for a while.
But whenever I thought about Vasu, no matter what memory I searched for, it was always usurped by his last breaths; his still, cold face. I became so accustomed to the images of his last moments that I no longer hid my tears and sobbing breaths when strangers walked past me on the shore. The wilderness gave me privacy that friends and family would have taken away. The ocean did not expect me to be strong or heroic. It didn’t even need me to survive. I was allowed to be a grieving mother, and could take my time to find the end of the road.
I cycled for two months, and along the way I graduated from refugee to pilgrim.
It’s been more than four years since I ended my ride down the coast. The memories of Vasu’s death began to fade soon after I turned back and headed home. I was free to remember him happy. I also brought back with me a desire to create a new language for grief — one that acknowledges that there is no roadmap through loss, and that everyone’s road is unique.
Elea Acheson began writing about grief a few weeks after her bicycle ride ended. She is looking for a publisher for her completed memoir. She continues her pilgrimage through grief at eleaacheson.com  and facebook.com/EleadariAcheson."

Fonte e imagem: http://modernloss.com/road/

Transporte de Bicicletas no Metropolitano de Lisboa


"Pode-se transportar bicicletas no Metro, no máximo de duas bicicletas por carruagem, desde que não se verifiquem grandes aglomerações de passageiros nem seja perturbado o normal funcionamento do sistema".

Fonte e imagem: http://www.metrolisboa.pt/informacao/viajar-no-metro/utilizacao-do-metro/

Bicicleta roubada XV


Bicicleta Órbita, roubada no interior de um prédio em frente à Assembleia da República.
(Hoje: 05.09.2013)

How to bike in the city (tips for the bicycle curious)



Video created by Daniel Penner / @heypenner

"You say you want to get around the city without spending the $9,000 to maintain and operate a car each year, and maybe get some exercise while you're at it? You don't have that kind of cash. And you know, the planet. But those bike lanes can look pretty intimidating, with all the mustachioed hipsters on their superbad fixies, the spandex-clad adrenaline junkies, and the cars whizzing by".

Eliza Southwood

"About me: former architect, studied at Glasgow School of Art and now a full time artist and illustrator. Recent clients include cycle2cannes.org, boneshaker magazine, nittygritty.net, Cycling Active Magazine, Sustrans and Ecotour Expeditions Inc. Exhibitions this year have take place at Society Cafe, Bath, Milkwood Gallery, Cardiff, Bristol Bike Festival and Look Mum No Hands! All images © Eliza Southwood 2012" 
 

Bicicletas e o Sistema Económico

Italianos e gregos trocam automóveis por bicicletas


in Jornal Público, 04.10.2012 

"Em 2011 foram vendidas mais bicicletas (1 milhão e 750 mil) do que carros (1 milhão e 748 mil) em Itália, de acordo com o jornal The Telegraph .

Numa Itália deprimida depois da II Guerra Mundial, Antonio Ricci percorre as ruas de Roma procurando, desesperadamente, a bicicleta roubada de que necessita para poder trabalhar.
Mais de 60 anos depois de Vittorio De Sicca ter realizado esta cena no filme “Ladrões de Bicicletas”, os italianos voltaram-se novamente para este meio de transporte.
Diz o mesmo jornal inglês que o aumento do desemprego, a imposição de medidas de austeridade e o aumento do custo de vida – em Itália, um litro de combustível custa cerca de 2 euros por litro, o valor mais alto na Europa - fizeram com que, pela primeira vez desde a II Guerra Mundial, os italianos comprassem mais bicicletas do que carros.
As famílias estão a comprar bicicletas, a desistir dos segundos carros e a aderir a esquemas de partilha de carros.
“Cada vez mais pessoas estão a tirar as velhas bicicletas das garagens ou das caves. São fáceis de usar e custam pouco. Em distâncias de cinco quilómetros ou menos, são geralmente mais rápidas do que outros meios de transporte”, disse Pietro Nigreli, da associação industrial Confindustria, em declarações ao Telegraph.
Mais de 10% de italianos passaram a utilizar a bicicleta para irem trabalhar ou para chegarem à escola. Numa população de 60 milhões, este valor representa 6,5 milhões de pessoas.
Em declarações ao jornal La Repubblica , Antonio Della Venezia, presidente da Federação Italiana de Amantes de Bicicletas, disse que as “pessoas que até agora só tinham conduzido carros, estão a mudar a forma de pensar”.
Num país famoso pela indústria automóvel e que, em 2009, apresentava a quarta maior taxa de posse de automóveis no mundo (cerca de 60 carros por cada 100 habitantes), um carro tornou-se um símbolo do milagre económico italiano dos anos 60 e as vendas de automóveis não pararam de crescer desde então.
Agora, a compra de carros novos desceu para valores que não eram registados desde os anos de 1970.
“Qualquer pessoa que trabalhe no sector automóvel na Europa actualmente está a experimentar vários níveis de descontentamento. O mercado automóvel europeu está um desastre”, disse Sergio Marchionne, presidente da Fiat.

Grécia também pedala mais 
Mas não são só os italianos que estão a trocar as quatro pelas duas rodas. Em Agosto, a Reuters noticiou que os gregos também estão a adoptar a bicicleta como meio de transporte.
Vistas geralmente como sinal de pobreza ou consideradas arriscadas, as bicicletas estão a tornar-se numa alternativa para os gregos, a braços com uma grave crise económica e com elevadas taxas de desemprego.
O número de automóveis utilizados desceu 40% na Grécia. De acordo com a Reuters, esta situação está a traduzir-se numa oportunidade para alguns gregos, uma vez que a venda de bicicletas cresceu mais de 25% e a compra de equipamento de ciclismo – desde capacetes a joalheiras –, está a aumentar rapidamente.
Estima-se que pelo menos uma loja de bicicletas tenha aberto todos os meses em 2011, num forte contraste com o encerramento de muitas lojas em Atenas.
“Todos os bairros têm a sua loja de bicicletas, tal como têm a sua loja de kebabs”, disse à Reuters Giorgos Vogiatzis, um ex-ciclista da equipa nacional grega que desenha e constrói bicicletas feitas por medida.
Recentemente, Vogiatzis viu o negócio aumentar. De 40 bicicletas vendidas por ano, passou para 350.
A nova atracção dos gregos pelas bicicletas levou a que, em Atenas, se tenha começado a trabalhar num esquema de aluguer semelhante ao que existe noutras capitais europeias, como Paris.
A falta de infra-estruturas para o ciclismo na capital grega não impediu os gregos de pedalarem pela cidade, apesar dos engarrafamentos, das subidas e descidas em colinas íngremes e das estradas esburacadas".

Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/italianos-e-gregos-trocam-automoveis-por-bicicletas-1565827

Em Londres, quem andar a pé ou de bicicleta terá descontos em lojas e cinemas

"Que tal ser recompensado, financeiramente, por deixar o carro em casa e se locomover pelas ruas da cidade a pé ou de bicicleta? Essa é a mais nova medida londrina para estimular a mobilidade sustentável – e, consequentemente, reduzir os níveis de poluição e congestionamento na capital inglesa.
A bonificação funcionará com a ajuda de um aplicativo para smartphone, criado pela empresa Recyclebank, com o apoio da prefeitura de Londres. Ao ser instalado no celular, o app é capaz de mensurar e pontuar os deslocamentos feitos a pé ou de bicicleta pelo usuário do aparelho, que poderá converter os pontos em prêmios e descontos, nas lojas e cinemas que participam da ação.
A iniciativa foi anunciada nesta semana pelo governo londrino e será testada, por um grupo de pessoas, até o final do ano, para finalmente ser lançada no segundo semestre de 2012 – não por acaso, quando começarão os Jogos Olímpicos de 2012, na cidade.
O Brasil também será sede das Olimpíadas, em 2016. Você acha que a medida adotada pela prefeitura de Londres poderia ser copiada pelo Rio de Janeiro para incentivar a mobilidade sustentável na capital fluminense e reduzir o trânsito caótico que esse tipo de evento esportivo mundial costuma causar nas cidades que o sediam?
Imagem: Missionlessdays/Creative Commons"

Fonte e imagem:

França - Empresas cobrem gastos de bicicleta para funcionários

Thierry Mariani, ministre en charge des transports(à gauche) et Philippe Goujon, député de Paris (Salon du cycle, photo APFOUCHA)        

"O governo francês anunciou nesta quinta-feira uma iniciativa para estimular o uso da bicicleta. A principal medida é o financiamento pelas empresas das despesas de transporte dos funcionários que a adotarem. Em troca, serão garantidas isenções.
O ministro dos Transportes, Thierry Mariani, informou que o sistema é similar ao existente na Bélgica. Naquele país, paga-se 21 centavos de euro por quilômetro rodado.
O governo parisiense foi um dos primeiros a incentivar a adoção de bicicletas como transporte.
A norma, apresentada em Paris, é resultado de um estudo encomendado pelo Executivo ao deputado conservador e prefeito do 15º distrito de Paris, Philippe Goujon.
No jornal "Le Figaro", Goujon estimou em 20 milhões de euros o custo do Estado para indenizar por quilômetro as 2 milhões de pessoas que vão de bicicleta ao trabalho. Na França, o percurso médio é de 5 km.
Em entrevista ao jornal "Metro", Mariani indicou que outras medidas serão estudadas, como modificar a norma de circulação para permitir que os ciclistas avancem o semáforo vermelho quando virarem à direita, marcar as bicicletas com código para combater os roubos e construir mais ciclovias.
O ministro destacou que na França a utilização desse meio de transporte permite economizar 5,6 bilhões de euros pelos benefícios que proporciona à saúde das pessoas, além de limitar os gases poluentes.
Para Mariani, se cada europeu pedalasse 2,6 quilômetros por dia ao invés de usar um carro, haveria uma redução no transporte em torno de 15% das emissões de CO2, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global."

Comité de Promoção da Bicicleta (França):

Fontes:

Imagem:

Bicicletadas / Massas Críticas -- 27 de Janeiro, 2012

"18:30 - 20:30
  • Almada Concentração na Praça S. João Baptista às 18.30 e partida às 19h;
  • Aveiro Concentração às 18h30 e saída às 19h00, no Forum Aveiro, ao lado da Capitania;
  • Barreiro Encontro na Rotunda Norte\Fórum Barreiro, junto à estátua de Malangatana, às 19h16m
       (Nota: no Barreiro a MC é na 
primeira 6ª feira de cada mês)
  • Braga Concentração às 18h00 e saída às 18h20, na fonte junto à Arcada, Avenida Central;
  • Coimbra Largo da Portagem, junto à estátua do Mata Frades às 18h15m;
  • Guimarães Encontro pelas 18h30m no Largo da Oliveira;
  • Lisboa Concentração às 18:00 e saída às 19:00, no Marquês Pombal, no início do Parque Eduardo VII;
  • Porto Concentração às 18h30 e saída às 19h00, na Praça dos Leões;
  • Sines Concentração às 18h00 e saída às 18h30 em frente da porta do castelo no Largo do Poeta Bocage;
  • Seixal Concentração às 18h30 e saída às 19h00 da Estação dos Foros de Amora;
...Há alguma variedade na hora de início das bicicletadas pois, para além do mais, espera-se cerca de meia hora pela chegada de mais participantes... É melhor trazerem luzes, à frente e atrás, e reflectores nas rodas pois anoitece mais cedo..."

Fonte:

Quando alguém te grita do carro...

Festival da Bicicleta Solidária

18 Dezembro 2011 - 10h00 Terreiro do Paço / Lisboa

Encontro de Bicicletas Clássicas, Passeio para todas as Bicicletas, Alley Cat Race, Cicloficina e animação de rua.

O objectivo do Festival é a angariação de géneros alimentícios para instituições que se encarregarão de distribuir aos necessitados. Os participantes deverão oferecer alimentos não perecíveis (por exemplo: enlatados, arroz, massa, leite, etc.) entregando-os neste dia à organização.

CICLOFICINA - Todas as Quartas-feiras

 "Ainda não vos tínhamos mostrado a jóia dos nossos olhos, pois não?

Com esta chuvada e ventania não poderíamos continuar a ter a cicloficina fora de portas. Viemos pois para dentro, para o aconchego das quatro paredes e remodelámos o estaminé. Pusemos tudo direitinho, fácil de usar e encontrar. Agora não há mesmo desculpa para não vires sujares as mãos à quarta-feira.

Vê como está o espaço em baixo, mas antes talvez queiras sacar este manual de manutenção básica de bicicletas (via London Cyclist). Enquanto não tivermos um na nossa língua, vai servindo.

 
Parece uma sucata, mas pode estar ali uma futura bina

 
Os nossos interiores são desenhados pela Guta Moura Guedes

 
Tão lindo.

 
 O João Moreira a dar mais uma prelecção em mecânica. Estes braços têm seguro!"

Fonte e imagens:

Bienal de Arquitectura de São Paulo, 2012

II ENCONTRO NACIONAL BROMPTON


Inédito passeio-convívio por Lisboa, em bicicleta dobrável
2º ENCONTRO BROMPTON REALIZA-SE
JÁ AMANHÃ, EM ENTRECAMPOS

Os amigos e entusiastas da bicicleta Brompton celebram no próximo dia 12 de Novembro, em Lisboa, a liberdade que esta dobrável proporciona ao seu utilizador, com um passeio-convívio pelas ruas da capital.
Num percurso acessível que inclui atividades culturais e paragem para "pic-nic", os participantes terão oportunidade de conhecer melhor zonas centrais da cidade, explorando as potencialidades de uma bicicleta dobrável nas deslocações diárias, em ambiente descontraído e amigável.
A participação é gratuita, e são bem-vindos acompanhantes, mesmo que não possuam uma Brompton!

II ENCONTRO NACIONAL BROMPTON
12 de Novembro de 2011 - Lisboa

Ponto de Encontro: Estação de Entrecampos (10:00)
Descrição: Percurso fácil, incluindo paragens para repouso e convívio, e participação em atividades culturais ao longo do dia
Organização: Corrente Paralela
Participação gratuita. Recomenda-se aos participantes que tragam farnel para o almoço "pic-nic"!

Tour dos Trópicos": David Byrne (músico) e Eduardo Vasconcellos (urbanista)

Bike em Paraty
"O primeiro a falar foi o David Byrne que estava lançando o livro "Diários de bicicleta".

Ele como turista gosta de visitar os lugares de bicicleta porque pode ver e apreciar coisas que de outra forma não veria.
Acredita que nosso modelo atual de cidade isola as pessoas, e a cidade na verdade é um lugar de diversidade e troca.

Mostrou com algumas imagens de Frank Lloyd Wright, Le Corbusier e outros, a ideia de cidade do futuro no Século XX. Ela é cheia de 'highways', sem lugares para interação humana ou o encontro de pessoas. São cidades cheias de torres isoladas, acabando com as ruas, uma ideia bastante influente do século passado... 

A GM era durante todo esse período a maior corporação do mundo e apoiava as ideias de construção de largos 'boulevards' para muitos carros. Essa configuração é hostil para os pedestres e as cidades hoje são assim graças a essas influências.

As ruas menores tem um modelo mais caótico, pois as pessoas se encontram mais, e você nunca sabe com quem vai cruzar. Na Europa as coisas já estão mudando. Já existem cidades que tem no mesmo espaço em conjunto, bicicletas, carros e pedestres.

O Eduardo também defendeu a mudança na qualidade de vida das cidades. Mas aqui no Brasil elas vão ter que passar antes por um aumento da cidadania da população. As pessoas não conhecem seus direitos nem deveres para poderem lutar por melhores condições. Aqui quem vai a pé ou de 'bike' trabalhar é porque não tem dinheiro, fazem parte de uma classe de baixa renda.

No Brasil também ainda há o mito que todos preferem o automóvel, que faz parte da proposta desenvolvimentista dos anos 70. Assim as classes de renda mais alta, que têm um ou mais carros, ocupam mais espaço público e gastam mais recursos (energia) e poluem mais que as de renda baixa.

É preciso gerar conhecimento para gerar constrangimento ético, para que as pessoas usem mais o transporte público, a bicicleta ou andem a pé. Transformar esse espaço hoje hostil às pessoas e caminhar em direção a uma nova cidade.

A palestra do David Byrne foi bastante esperada, foi legal, mas as pessoas claramente esperavam mais, talvez que ele cantasse?"

Imagens e textos de Madame de Stael
 

Fonte e imagem:

Barato e saudável: esqueça o carro | euronews, U talk


Questão de Dora, Portugal :
“- Olá, o meu nome é Dora Pinto e a minha questão é a seguinte: vivemos numa sociedade cada vez mais sedentária em que as pessoas comem demasiadas calorias. Gostava de saber se podemos inverter esta situação e de que forma?”
Resposta de Randy Rzewnicki, responsável da Federação Europeia de Ciclismo:
“- O que podemos fazer? Em primeiro, o mais importante é usar menos o carro, muito menos Porquê? Porque isso significa ter de andar, pedalar ou usar transportes públicos. E isso é mais saudável, porque como a maioria das pessoas sabe, caminhar ou andar de bicicleta, movimentar-se todos os dias, é o que há que fazer.
Todos o faziam há 50 ou 100 anos, fazia parte do estilo de vida. E agora podemos fazer tudo sentados…por isso há que comer menos e movimentar-se mais durante o dia, ao longo de todo o dia. Andar, andar, andar, subir as escadas, deslocar-se para falar com os colegas de trabalho em vez de os contactar por telefone ou email…todos esses pequenos gestos podem marcar uma enorme diferença, mas o mais importante é usar cada vez menos o carro.
Estou muito satisfeito porque no mês passado apresentaram uma proposta no Parlamento Europeu para impor uma velocidade máxima de 30 quilómetros por hora em todas as zonas residenciais da Europa.
Se for adotada, vai ser um enorme avanço, porque a sensação de insegurança vem dos camiões e autocarros que circulam a uma velocidade inadequada.
Outro ponto importante a destacar é que ir de bicicleta e caminhar são atividades muito seguras. São atividades completamente seguras embora se tenha a percepção de que não o são. As estatísticas são muito tranquilizadoras, por isso a grande pergunta é o que se pode fazer para mudar essa percepção.”
“Para colocar uma questão, faça-o através do nosso site www.euronews.net”.
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Fonte: