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Dia da Biodiversidade, Conferência

Sexta, 20 Mai 2011
09:00
Aud. 2
Entrada livre

O ano de 2010 foi assinalado pelas Nações Unidas como o Ano Internacional da Biodiversidade.

Para melhor compreender o que mudou em 2010 e reflectir sobre as mudanças necessárias no futuro, o Instituto Gulbenkian de Ciência e a Embaixada de França em Portugal organizam uma conferência onde são debatidas algumas das questões mais importantes ligadas à biodiversidade, como a perda de espécies e a destruição dos ecossistemas naturais.

A conferência tem entrada livre, mas necessita de pré-inscrição:
Formulário de inscrição

PROGRAMA
08:30Recepção
09:00Sessão de Abertura
A. Coutinho/ JP. Courtiat/ L. Chikhi
09:30Nuno FERRANDBiodiversidade, desenvolvimento e sustentabilidade do planeta
11:00Jerome CHAVEBiodiversidade e Impacto das Alterações Climáticas
14:00Maria de Lurdes de CARVALHOConservação da Biodiversidade [antes e] depois de 2010
15:00Anne Caroline PREVOT-JULLIARDDevemos inventar um novo contrato ciência-sociedade para uma preservação sustentável da biodiversidade?
16:30Jean-François SILVAINA Biodiversidade em 2010: uma viragem importante – Reflexões sobre as escolhas estratégicas e científicas para o futuro
17:30Questões


Para mais informações:
Isa Pais (biodiv@igc.gulbenkian.pt)


INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa
Telf: +351214407900
biodiv@igc.gulbenkian.pt


Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718
Comboio: Entrecampos

Fonte:
http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=3127&cal=eventos&langId=1&cal=eventos

Dois Graus: Conferência e Seminários


6 Maio
Conferência

Dirigido ao público em geral
Sala Principal
Entrada livre | Em inglês sem legendagem


7 Maio
Seminários

Dirigido a artistas, estudantes e profissionais das artes do espectáculo
Entrada livre. Inscrição obrigatória até 4 de Maio, através de
anagomes@egeac.pt
Máximo 20 participantes por seminário. Seminários decorrem em simultâneo. | Em inglês sem legendagem


ENTRADA LIVRE
O Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas advoga um limite máximo de 2ºC para o aumento da temperatura média global, argumentando que, caso se ultrapasse esse valor, as consequências para a vida na Terra serão irreversíveis. Apesar disso, as conferências sobre mudanças climáticas em Copenhaga e Cancun não conseguiram assegurar um acordo viável… Se as emissões continuarem a crescer ao ritmo actual, todas as previsões científicas prevêem um aumento da temperatura média global que pode chegar aos 4ºC até ao final do século.
O aumento da temperatura não é apenas um problema global, mas também transversal. A emissão de gases de estufa está ligada a todos os sectores da actividade humana e uma redução significativa das emissões só pode ser alcançada através do esforço de todos. Qual é o papel do sector cultural neste contexto? A arte tem a capacidade de informar o público? Tem o dever de incitar as pessoas a reduzir a sua pegada ecológica? Os próprios artistas e agentes culturais podem desenvolver métodos ecológicos para produzir, apresentar e distribuir obras artísticas?

6 Maio
10h00 > 10h30 
Introdução
Mark Deputter, Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa
Delgado Domingos, Lisboa E-Nova, Agência Municipal de Energia-Ambiente de Lisboa
10h30 > 13h00
As alterações climáticas, a ecologia e o desenvolvimento sustentável: onde estamos e o que podemos fazer?

A transição para uma sociedade sustentável: uma abordagem sistémicaPeter Tom Jones University of Leuven, BelgiumRespeitar os limites ecológicos do ecossistema terrestre é condição base não negociável para o nosso desenvolvimento socio-económico. O diagrama de Rockström demonstra que já ultrapassámos a margem operacional de segurança para algumas questões ambientais globais, incluindo as alterações climáticas. De forma a regressar a uma sustentabilidade ecológica, o uso de recursos naturais pelos países desenvolvidos tem de ser reduzido em 90%. É essencial uma transição para a sustentabilidade.

Rumo às Emissões Carbono ZeroJo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UKO relatório zerocarbonbritain2030 é uma visão positiva e realista para uma sociedade livre de combustíveis fósseis. Apresenta soluções políticas, económicas e tecnológicas para os desafios urgentes apontados pela ciência climática e explora sinergias entre vários sectores com o objectivo de criar soluções integradas. Explicita como se pode reduzir o uso de energia na construção, nos transportes, na ordenação do território e no comportamento humano e propõe avanços concretos na aplicação das energias renováveis.  
Debate aberto ao púbico

14h30 > 16h00
Arte, Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável

A Transição do Sector das Artes para o Desenvolvimento SustentávelHelen Heathfield Julie’s Bicycle, UKUsando como referência os múltiplos exemplos no Reino Unido de organizações artísticas, redes e parcerias que estão a reduzir o seu impacto ambiental, iremos partilhar os sucessos conquistados e as lições aprendidas referentes a teatros e salas de concertos, digressões, festivais, editoras, artes visuais e dança. Uma visão para um futuro mais sustentável e uma forma de inspirar organizações a atingi-lo.

Trabalhar as Alterações Climáticas com Artistas: Produzir, Apresentar e DistribuirJudith Knight Artsadmin, UKComo deve o sector das Artes responder às alterações climáticas? Devemos encomendar trabalhos que chamem a atenção para esta problemática? Devemos continuar a promover digressões internacionais? Nesta conferência, Judith Knight fala sobre os compromissos da Artsadmin face às alterações climáticas: o trabalho no contexto da rede Imagine 2020, a curadoria de arte e os esforços para tornar as digressões mais ecológicas.
Debate aberto ao púbico

16h30 / 18h00
Práticas de Desenvolvimento Sustentável nas Artes

Vale a Pena a Festa? — A Experiência de Sustentabilidade do Boom Festival André Soares Boom Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, BrasilDesde 2006 que André Soares e o Boom Festival embarcaram na viagem de criar um grande festival sustentável, procurando responder ao desafio com práticas ecológicas e novas tecnologias. Actualmente o festival é tido como um caso de sucesso, tendo recebido várias distinções e prémios, incluindo os prémios europeus Green Festival e Green and Clean Festival.

Design para Melhorar a Vida: os INDEX: AwardsAdam von Haffner Paulsen INDEX Awards, DenmarkINDEX: é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2002 e internacionalmente reconhecida pelo seu prémio bienal de design, no valor de 500 000€. INDEX: promove o sonho de um mundo concebido para satisfazer as necessidades e aspirações da humanidade e nove anos de experiência mostram que o design pode ser um factor decisivo na construção de um mundo melhor.
Debate aberto ao púbico


7 Maio
Seminários
10h00 > 13h00
Como Gerir um Teatro SustentávelHelen Heathfield Julie’s Bicycle, UKVários teatros no Reino Unido estão a diminuir o seu impacto ambiental. Helen Heathfield expõe casos concretos como o do Arcola Theatre, do National Theatre, do Sage Gateshead e da Wembley Arena. Este seminário procura apresentar propostas concretas, das questões técnicas a medidas de gestão de uma equipa ecológica, passando pela comunicação com artistas e ao público.

Produzir Espectáculos de forma mais EcológicaJohan Penson ROSAS/BASTT, BelgiumO que podem as artes performativas fazer relativamente às alterações climáticas? Como podemos viver de consciência tranquila e desenvolver produções artísticas tendo conhecimento da pegada ecológica que provocamos? Esta intervenção pretende ser um guia prático para a gestão sustentável de processos criativos e apresentar um exemplo de um espectáculo com baixo nível de consumo energético.

Educação para o Desenvolvimento Sustentável e para a Cidadania MundialJo Gwillim Centre for Alternative Technologies, Wales, UKNeste seminário, professores e educadores adquirem conhecimentos sobre a sustentabilidade e a sua aplicação num contexto educativo. Os participantes encontrarão inspiração e novas ideias para trabalhar estes temas globais com crianças, estudantes e adultos. As alterações climáticas, o desenvolvimento sustentável e a biodiversidade são abordados através de temas concretos como a comida, a casa e a energia.  

15h00 > 18h00
Festivais SustentáveisAndré Soares BOOM Festival, Portugal; Ecocentro IPEC, BrasilOs eventos culturais são janelas de oportunidade para demonstrar a viabilidade de estilos de vida sustentáveis. A sustentabilidade requer um planeamento estratégico e operacional que respeita as limitações da água, da energia, das matérias-primas, do tempo e das pessoas. Neste seminário, usamos a Permacultura como uma ferramenta para discutir estratégias para um evento sustentável.
Trabalhar com os Artistas, Públicos e DecisoresJudith Knight Artsadmin, UKAo tomar a decisão de tornar as artes “mais amigas do ambiente”, por onde começar? Junto dos artistas, dos públicos, dos financiadores, dos espaços? Como é que uns podem influenciar os outros? Como unir todos estes pontos?
Digressões Sustentáveis de Espectáculos e Concertos Helen Heathfield Julie’s Bicycle, UKHelen Heathfield apresenta uma pesquisa recente sobre digressões de peças de teatro, orquestras e bandas e sobre a forma como as organizações têm posto em prática as recomendações da agência Julie’s Bicycle. A Industry Green Tool for Touring pode ajudar no planeamento e avaliação das digressões: a escolha de fornecedores, as opções de cenografia, os percursos da digressão, a colaboração das equipas e dos artistas e a partilha os resultados com o público.
Fonte e imagem:
http://www.teatromariamatos.pt/pt/prog/conversas/2010-2011/doisgraus

Conferência - CINCO ÁFRICAS/CINDO ESCOLAS


"Na próxima 2ª feira, 25 de Janeiro pelas 18h30, realiza-se na Ordem dos Arquitectos em Lisboa a conferência de apresentação dos projectos «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» que representaram Portugal na 8ª Bienal Internacional de Arquitectura de São Paulo e que estão agora em exposição na Ordem dos Arquitectos. Na ocasião será também apresentado o catálogo da exposição na Livraria A+A.
Estará presente o Director-Geral das Artes do Ministério da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e o Presidente da Ordem dos Arquitectos, João Belo Rodeia. Com introdução do comissário da exposição, Manuel Graça Dias, os arquitectos participantes, Inês Lobo, Jorge Figueira, Pedro Maurício Borges, Pedro Reis e Pedro Ravara + Nuno Vidigal, vão apresentar os projectos de escolas criados para lugares específicos dos cinco países africanos de língua portuguesa (Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique).
Como representação na BIA’09, entre 31 de Outubro e 6 de Dezembro, «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» foi organizada e produzida pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura. A apresentação em Lisboa é feita em co-produção com a Ordem dos Arquitectos e em parceria com a Livraria A+A.

A proposta de Portugal para a BIA’09 revestiu-se, do ponto de vista institucional, de especial interesse indo ao encontro da Declaração dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (adoptada em 2000, por todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas), nomeadamente pela «Meta 2. Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino primário (...)»

Pretende-se, agora, que «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» não se esgote na exposição, uma vez que o projecto foi pensado como uma oportunidade de construção efectiva das escolas nos locais para os quais foram idealizadas."

Local:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul
Travessa Carvalho 21-25, Lisboa

Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 1/32/36/706/714/744/758/781/782/790/792
Eléctricos: 15/18/25

Contactos:
Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura
Av. da Liberdade, 144 – 2º andar, 1250-146 Lisboa
T: +351 211 507 010
F:+351 211 507 261
E: geral@dgartes.pt www.dgartes.pt
www.dgartes.pt/saopaulo2009/index.htm

Fonte e imagem:
http://arquitectos.pt/index.htm?no=2020491919,154